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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

MEU REI - DVD

MEU REI (Mon roi) 
Drama; Romance / 124 min / França / 2015 

Direção: Maïwenn; Marc Cohen 
Roteiro: Maïwenn; Etienne Comar 
Produção: Etienne Comar 
Música: Stephen Warbeck 
Fotografia: Claire Mathon 
Direção de Arte: Dan Weill 
Desenho de Produção: Etienne Comar 
Figurino: Marité Coutard 
Edição: Sinon Jacquet 
Elenco: Vincent Cassel (Georgio Milevski); Emmanuelle Bercot (Tony); Louis Garrel (Solal); Isild Le Besco (Babeth); Paul Hamy (Pascal); Chrystèle Saint-Louis Augustin (Agnès); Romain Sandère (cook); Marie Guillard (Marie). 
SINOPSE: Depois de um grave ferimento no joelho, Marie Antoinette Jézéquel, conhecida como Tony, se muda para o sudoeste da França para realizar um longo tratamento capaz de ajudá-la a caminhar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio Milevski, um homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender de seu marido. 
COMENTÁRIO: Com um roteiro bem amarrado o filme intercala as sequencia da terapia de Tony com flash- backs do situação atual. Além do trabalho espetacular mostrando com miradas e detalhes sutis através da imagem mostradas pelo diretor através do fotografo e do editor Não é a toa que Bercot levou o premio de melhor atriz em Cannes e 8 indicações para o Cesar. 
Um ótimo filme mesmo com 124 minutos 

Nota 9

A CORTE - DVD

A CORTE  (L'hermine)
Comédia; Policial; Drama / 98 min / França / 2015

Direção: Christian Vincent
Roteiro: Christian Vincent;
Produção: Sidonie Dumas; Tatiana Vialle
Fotografia: Laurent Dailland
Direção de Arte: Patrick Durand
Edição: Yves Deschamps
Elenco: Fabrice Luchini (Michel Racine); Sidse Babett Knudsen (Ditte Lorensen-Coteret);; Corinne Masiero (Marie-Jeanne Metzer); Victor Pontecorvo (Michaël Abiteboul);

SINOPSE: Michele Racine é um juiz temido do tribunal Criminal e comporta-se de forma tao dura consigo mesmo como é com os outros. Conocido como o "Juiz de dois dígitos", sua sentença minima é sempre maior de dez anos. Tudo muda quando Racine reencontra Birgit Lorensen-Coteret, uma antiga paixão que é escolhida como jurada em um novo caso que ele deve julgar.

COMENTÁRIO: A Corte” no 13º Festival Varilux do cinema francês  é um filme fácil de ver, cativante onde o diretor nos apresenta  um ator veterano Fabrice Luchini atuando discretamente no cinema. 

Outra atriz com um ótimo desempenho é a linda atriz francesa de ascendência dinamarquesa de nome Sidse Babett Knudsen.
Um bom filme

Nota: 7,5

domingo, 11 de dezembro de 2016

BENFEITOR - O DVD


O BENFEITOR (The Benefactor)
Drama / 93 min / EUA / 2015

Direção: Andrew Renzi
Roteiro: Andrew Renzi
Produção: Brett Potter
Música:
Danny Bensi; (Doug Winningham)
Fotografia: Joe Anderson (III)
Desenho de Produção: Ethan Tobman
Figurino: Malgosia Turzanka
Edição: dean C, Marcial, Matthew Rundell
Elenco: Richard Gere (Franny); Dakota Fanning (Olivia); Theo James (Luke); Clarke Peters (Dr. Romano); Brian Anthony Wilson (Jesse)

SINOPSE: Fanny (Richard Gere) [e um rico  e exentrico filantropico.

Na tentativa de reviver seu passado, ele acaba interferindo na vida de recem vasados, como a de Olivia (Dakota Fanning), a joven filha deum amigo falecido, e Luke (Theo James), o noivo dela.
COMENTARIO: Um filme do estreante como diretor e roteirista Andrew Renzi . Um filme que fala sobre o sentimento de culpa do  protagonista principal e único sobrevivente do acidente e a insistência de querer consertar este trauma protegendo a filha do casal de amigos mortos.
Trabalho impecável de Richard Gere e um belo acompanhamento de Dakota Flanning. Uma boa fotografia.

Um bom filme:


Nota: 7

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

NEGOCIO DAS ARABIAS - DVD

NEGOCIO DAS ARABIAS ( A Hologram for the King) 
Drama / 98 min / UK; França; Alem; EUA; México / 2016 

Direção: Tom Tykwer 
Roteiro: Dave Eggers; Tom Tykwer 
Produção: Stefan Arndt; Gary Goetzman; Tim O'Hair; Uwe Schott 
Música: Johnny Klimek; Tom Tykwer 
Fotografia: Frank Griebe 
Direção de Arte: Daniel Chour 
Desenho de Produção: Hanisch Figurino: Avy Kaufman 
Edição: Alexander Berner 
Elenco: Tom Hanks (Alan Clay); Sarita Choudhury (Dra. Zahra Hakem); Alexander Black (Yousef); Sidse Babett Knudsen ( Hanne); Tom Skerritt (Ron Clay); Ben Whishaw (Dave); Khalid Laith (Karim Al-Ahmad); Jane Perry (Ruby Clay); Joe Trivoli (Rolf Saxon); 
SINOPSE: Um empresário americano em apuros financeiros, chamado Alan Clay (Tom Hanks) viaja para a Arábia Saudita em busca de novas oportunidades. Na próspera cidade de Jeddah, longe da complicada realidade da recessão que assola os Estados Unidos, ele realiza uma última e desesperada tentativa de evitar a falência completa, pagar a caríssima faculdade da filha e, talvez, realizar algo de bom e surpreendente em sua vida. Nesse deserto insólito, ele irá se deparar com uma estranha e fascinante galeria de personagens, gente vinda do mundo inteiro para cumprir todo tipo de ambição, como se convergissem para lá os pontos de uma realidade que parece se esfacelar. É nesse espelho quebrado de nacionalidades e aspirações que Alan tentará juntar os cacos de sua própria vida e recriar sua existência. 

COMENTARIO: Baseado no livro “Um Holograma para o Rei” de Dave Eggers, onde fala sobre as dificuldades de ser estrangeiro em um pais como Arábia Saudita . Temos uma dupla muito bem entrosada por um lado Tom Hanks desesperado tratando um encontro com o rei e do outro lado, o estreante Alexander Black no papel de motorista saudita. Os dois numa comedia cômica sofisticada e dramática que não perdem a oportunidade de tentando ridiculizar alguma costumes muçulmanas. 

O Filme vai mudando de uma sequencia de erros para um absurdo. Mostra o choque cultural sobre as bebidas alcoólicas terminalmente proibidas no pais mas todos tem bebida em lugares secretos e bebem Tykwer se esmera nos planos aéreos de Boston na abertura do filme e Meca vista de cima. Por um lado mostra o que a religião prega e a maneira de agir de alguns militantes. Através desse olhar faz questionar e criticar certos aspectos da sociedade árabe. 
O roteiro também do diretor Tom Tykwer (Corra Lola Corra) passa a sensação ao espectador ficar perdido no deserto correndo em círculos ate chegar a um destino nada empolgante. O diretor aproveita para mostrar a desigualdade entre a população local, o choque cultural entre ocidente e oriente. É importante citar a ótima fotografia de Frank Griebe. “Negocio das Arábias” não tem expectativa de premio mas deixa a mensagem sobre a solidão em determinada fase da vida em outro pais ou não. Um bom filme 

Nota 8,5

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

JULIETA

JULIETA (Julieta)
Drama / 99 min / Espanha /  2016

Direção: Pedro Almodovar
Roteiro:  Pedro Almodovar
Produção: Agustin e Pedro Almodovar
Música:
Alberto Iglesias
Fotografia: Jean-Claude Larrieu
Direção de Arte: Antxon Gomes
Figurino: Sonia Grande
Edição: Jose Salcedo
Elenco: Adriana Ugarte (Julieta aos 30 anos); Emma Suarez  (Julieta aos 50 anos); Daniel Grao (Xoan); Irma Cuesta (Ava); Dario Grandinetti (Lorenzo).

SINOPSE: Julieta é uma jovem professora quando encontra seu destino em uma viagem de trem. uma troca de lugares faz com que ela conheça Xoan , homem casado com uma mulher que esta em coma. Os dois se apaixonam e dessa paixão, a principio proibida, nascera Antia, a filha com a qual Julieta terá perdido contato quando o filme começa e somos apresentados a seu passado por médio de flashbacks. A relação de Julia com a filha interrompida abruptamente, e com a própria mãe, que sofre de uma doença degenerativa, forma o eixo central dessa trema que investiga o lado sombrio da maternidade
COMENTARIO: O diretor faz desta trama um mistério e um suspense mas no filme não ha assassinatos, a solução do caso é o mistério da própria condição humana de Julieta.
O filme descreve o impacto destrutivo,  físico e emocional, que a ausência de um filho pode causar. O roteiro e baseado no conto escrito por Alice Munro, vencedora do premio Nobel de Literatura em 2013. e adaptado  pelo diretor espanhol Pedro Almodovar.
Um ótimo trabalho dos protagonistas femininos vividos na juventude na juventude pela Adiana Ugarte, no inicio com os cabelos loiros chamativos e logo mais trade com uma beleza mais sóbria e cativante. Apos acontecimentos trágicos a figura de Julieta é incorporada através de Emma Suarez, vivida na sua fase mais madura com um olhar melancólico.
A tristeza vai sendo representada de uma maneira sutil nos cenários, com as cores quentes das paredes que , gradativamente, viram tons pastel, como exibir a ausência de energia na vida de Julieta. Também nos bolos que ano a ano a mulher compra para celebrar  o aniversario da filha, que vão se tornando mais discretos com o passar do tempo. Na ausência de trilha sonora, o diretor entrega um filme cujo silencio colabora para o espectador compartilhar o vazio na vida de sua protagonista.


Nota: 8

sábado, 8 de outubro de 2016

COMO EU ERA ANTES DE VOCE - DVD

COMO EU ERA ANTES DE VOCE (Me Before You) 
Drama / 110 min / UK ; EUA / 2016 

Direção: Thea Sharrock 
Roteiro: Jojo Moyes 
Produção: Karen Rosenfelt; Alison Owen 
Fotografia: Remi Adefarasin 
Edição: John Wilson (II) 
Elenco: Emilia Clarke (Louisa Clark); Sam Claflin (William Traynor); Janet McTeer (Camilla Traynor); Charles Dance (Steven Traynor); Brendan Coyle (Bernard Clark); Jenna Coleman (Katrina Clark); Matthew Lewis (Patrick); Vanessa Kirby (Alicia). 

SINOPSE: Algumas vezes o amor leva você para onde menos se espera ir! Louisa “Lou” Clark (Emilia Clarke) vive no interior da Inglaterra, seu jeito excêntrico é colocado à prova quando ela se depara com o mais novo desafio de sua carreira: ser cuidadora e acompanhante de Will Traynor (Sam Claflin). 
Depois de um acidente que o deixou preso à uma cadeira de rodas, Will, que tem tudo na vida, parece ter desistido. Isto é... até Lou se determinar a convencê-lo de que a vida vale a pena ser vivida. Juntos em uma série de aventuras, tanto Lou quanto Will acabam conquistando muito mais do que esperavam e veem suas vidas – e seus corações – mudando de um modo que eles nunca imaginavam.
COMENTARIO: A roteirista Jojo Moyes, declarou que se inspirou na historia real de um jogador de rugby que escolheu a se matar com ajuda da organização “Dignitas”. Tratasse de uma Clinica de suicídio sem dor localizada na Suíça. O interessado no funesto processo deve passar por avaliações medicas e reunir testemunhais que atestem e assinem o interesse do paciente. No ritual o paciente ingere um medicamento para evitar vômitos, em seguida uma dose de Nembutal. Surge sonolência, que evoluem para o coma em aproximadamente 30 min. ocorre a morte por parada respiratória. A “Dignitas” se diz uma instituição sem fins lucrativos e aplica taxas de U$ 5300 para preparação ou U$ 9300 incluindo custos funerais e taxas. A historia poderia ser mais um romances “agua com açúcar”, mas neste caso o senso de humor e o carinho dos personagens mantem uma realidade simpática. 

Nota: 8

sábado, 1 de outubro de 2016

FESTA DE DESPEDIDA - A

A FESTA DE DESPEDIDA   ( Mita Tova)
Comédia; Drama / 95 min / Israel; Alemanha / 2014

Direção: Tal Granit / Sharon Maymon
Roteiro: Tal Granit / Sharon Maymon
Produção: Haim Meercklberg
Música:
Avi Belleli
Fotografia: Tobias Hochstyein
Desenho de Produção: Arad Sawat
Figurino: Laura Sheim
Edição: Einat Glaser Zarhin
Elenco: Ze'ev Revach (Yehezkel); Levana Finkelstein ( Levana); Aliza Rosen ( Yana); 

SINOPSE: Um grupo de amigos idosos em uma casa de repouso em Jerusalém, constroem uma maquina de auto eutanásia, a fim de ajudar um amigo em estado terminal. 

Aos poucos, a noticia se espalha entre os demais moradores que também desejam sua ajuda. Os amigos se questionam se estão fazendo a coisa certa. Ao final eles podem escolher a hora certa de morrer?
COMENTÁRIO: Existem muitas maneiras de se tratar algo polemico no cinema. Os diretores optaram por apresentar com um humor leve e sutil tratar este delicado tema.
Mesmo carregado de emoções o filme é hilariante, com um elenco formado por interpretes israelitas, o filme é bem desenvolvido cumprindo a mensagem de informar e promover debate.
Enfim, não um filme para todo o mundo, mas um ótimo filme

Nota: 8,5

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

AMOR POR DIREITO - DVD

AMOR POR DIREITO (Freeheld)
Drama; Romance / 103 min / EUA / 2015

Direção: Peter Sollett
Roteiro: Ron Nyswaner ; obra de Cynthia Wade
Produção: Kelly Bush Novak; Michael Shamberg
Música:
Hans Zimmer
Fotografia: Maryse Alberti
Desenho de Produção: Jane Musky
Figurino: Stacey Battat
Edição: Andew Mondshein
Elenco: Julianne Moore (Laurel Hester); Ellen Page (Stacie Andree); Steve Carell (Steven Goldstein); Michael Shannon (Dane Wells); Luke Grimes (Todd Belkin); Josh Charles (Bryan Kelder); Skipp Sudduth (Reynolds); Dennis Boutsikaris (Pat Gerrity).
SINOPSE: A policial de New Jersey Laurel (Juliane Moore) e a mecânica Stacie Andree (Ellen Page) estão em um relacionamento serio. O mundo delas desmorona quando Laurel é diagnosticada com uma doença terminal. Como sinal de amor, ela quer que Stacie receba os benefícios da pensão da policia apos a sua morte, só que as autoridades se recusam a reconhecer a relação homo afetiva.

COMENTARIO: de Julianne Moore que vai mudando sua voz ao longo da trama e ficando cada vez mais frágil.
Ao final do filme são apresentados as personagens reais que inspiraram o filme
Enfim trata-se de um filme imperdível!

Nota: 8,5


domingo, 11 de setembro de 2016

AQUARIUS

AQUARIUS (Aquarius) 
Drama/142min/Brasil;França/2016 

Direção: Kleber Mendonça Filho 
Roteiro: Kleber Mendonça Filho 
Produção: Emilie Lesclaux,Said Ben Said; MichelMerkl; Walter Sales;Caelos Diegues Música: Queen; Roberto Carlos 
Fotografia: Pedro Sotero; Fabricio Tadeu 
Direção de Arte: Juliano Dornelles; Thales Junqueira 
Desenho de Produção: Juliano Dornelles; Thales Junqueira Figurino: Rita Azevedo Gomes 
Edição: Eduardo Serrano 
Elenco: Sonia Braga (Clara); Maeve Jinkins (Ana Paula); Irandhir Dantos (Roberval); Humberto Carrão Diego Bonfim); Zoraide Colete (Ladjanr); Fernando Teixeira (Geraldo). 

SINOPSE: Clara (Sonia Braga) tem 65 anos, é jornalista aposentada, viúva e mãe de três filhos adultos, Ela mora em um apartamento localizado na av. Boa Viagem, No Recife, onde criou seus filhos e viveu boa parte da sua vida, Interessada em construir um novo prédio no espaço, os responsáveis por uma construtora conseguiram adquirir quase iodos os apartamentos do prédio, menos o dela. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vende-lo Clara sofre todo tipo de assedio e ameaças para que mude de ideia. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vende-lo, Clara sofre todo tipo de assedio e ameaças para que mude de ideia. 
COMENTARIO: O diretor Kleber M.F. faz aqui um filme de suspense parecido ao “O Som ao Redor” do mesmo diretor também próximo do terror. Aquarius é um filme que valoriza a solidão do ponto de vista feminino e na memoria de Clara constrói as personagens em torno dela. Enfim um filme com um roteiro muito bem escolhido e adaptado. 
Sonia Braga esta ótima no seu papel, alias o filme é feito para ela que rouba todas as cenas. A fotografia bem definidas e muitas vezes focando partes internas do Aquarius. A trilha sonoras são MPB do passado, colocados no momento certo com a letra para cada cena.

Nota: 9

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

CAFE SOCIETY

CAFE SOCIETY (=) Comédia / 96 min / EUA / 2016 

Direção: Woody Allen 
Roteiro: Woody Allen 
Produção: Letty Aronson 
Música: Vince Giordano 
Fotografia: Vittorio Storaro 
Desenho de Produção: Santo Loquasto 
Figurino: Suzy Benzinger 
Edição: Alisa Lepselter 
Elenco: Jesse Eisenberg (Bobby); Kristen Stewart (Vonnie); Steve Carell (Phil); Blake Lively (Veronica); Parker Posey (Rad); Corey Stoll (Ben Dorfman); Ken Stott(Marty Dorfman); Anna Camp (Candy); narrador Woody Allen 
SINOPSE: À procura de mais oportunidades na vida Bobby (Jesse Eisenberg) troca o trabalho com o pai em Nova York nos anos 30 por Hollywood, onde terá uma oportunidade com o tio, Phil (Steve Carell). Logo ele se apaixona pela charmosa assistente do tio, Vonnie (Kristen Stewart). Ao descobrir que ela já está envolvida com outro homem, Bobby volta para Nova York onde conhece a linda socialite Veronica (Blake Lively). Tudo parece caminhar bem para Bobby até Vonnie chegar inesperadamente a Nova York. 

COMENTARIO: “Cafe Society” é um bom filme mas acredito ser o mais fraco da filmografia de Woody Allen, mas sempre tem um dialogo que é sua marca registrada.  Uma boa fotografia de Vittorio Storaro e um ótimo trabalho de Steve Carell.. 
Os filmes de Woody Allen são contos urbanos modernos que nos falam da existência e do amor.
Neste filme temos a comparação do Café Society da alta sociedade de Nova York e o sistema de estrelas da Idade de Ouro de Hollywood.    Um bom trabalho da dupla Jesse Eisenberg e a musa Kristen Stewart.  Allen gosta de apresentar dramas existenciais disfarçados em comedias românticas. Um filme delicioso de assistir 

Nota: 7,5

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

JOGO DO DINHEIRO

JOGO DO DINHEIRO (Money Monster) 
Drama; Suspense / 98 min / EUA / 2016. 

Direção: Jodie Foster 
Roteiro: Jim Kouf; Alan DiFiore; Jamie Linden 
Produção: George Clooney; Grant Heslov 
Música: Dominic Lewis 
Fotografia: Matthew Libatique 
Desenho de Produção: Hevin Thompson 
Edição: Matt Chesse 
Elenco: George Clooney (Lee Gates); Julia Roberts (Patty Fenn); Jack O'Connell (Kyle Budwell); Caitriona Balfe (Diane Lester); Dominic West (Walt Camby); Lenny Venito (Lenny, camera-man); Giancarlo Esposito (Capitão Marcus Powell); Emily Meade (Molly). 
SINOPSE: Lee Cates dá dicas de investimentos e presta consultoria financeira para os telespectadores em um programa de televisão. Durante uma transmissão é feito refém ao vivo. Kyle, o invasor, perdeu tudo que tinha após seguir um conselho de Cates e agora quer vingança. Enquanto a tensão aumenta, a audiência alcança níveis estratosféricos. 
COMENTARIO: O roteiro de Jim e Alan não é nada novo. Nas mãos de Jodie Foster, diretora acostumada a dramas familiares, nesta premissa se transforma. prendendo o espectador num thriller. George Clooney encarna perfeitamente Lee Gates, o “mago das finanças” do programa Money Monster. Patty Fenn, uma diretora de TV interpretada por Julia Roberts, é a grande negociadora entre o apresentador e Kyle Budwell (Jack O'Connell) e Lee Gates. 
O longa é muito ágil sendo durante um programa de TV ao vivo, com diferentes ângulos, cortes rápidos e uma urgência na transmissão da informação. “Jogo de Dinheiro” faz lembrar dois filmes dos anos 70, “Um Dia de Cão” e “Rede de Intrigas”, ambos do diretor Sidney Lumet. Em diversas sequências Foster extrai o máximo de interesse das situações, resultando num filme que prende totalmente a atenção. Jogo do Dinheiro é um filme consegue conciliar os dois de forma exemplar, com questionamentos profundos dentro de uma estrutura cheia de suspense. 

Nota; 9

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

MALENA DVD

MALENA (Malèna)
Drama; Romance; Guerra / 109 min / Itália; EUA / 2000

Direção: Giuseppe Tornatore
Roteiro: Giuseppe Tornatore
Produção: Harvey Weinstein
Música: Ennio Morricone
Fotografia: Lajos Koltai
Direção de Arte: Francesco Frigeri
Desenho de Produção: Bruno Cesari
Figurino: Mauricio Millenotti
Edição: Massimo Quaglia
Elenco: Monica Bellucci (Malena Scordia); Guiseppe Sulfaro (Renato Amoroso); Luciano Federico (Renato's father); Matilde Piana (Renato's mother); Gilberto Idonea (Centorbi);

SINOPSE: Em 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, nada acontece na sonolenta Castelcuto, um vilarejo da costa siciliana. Ali vive Renato (Giuseppe Sulfaro), um garoto de 13 anos que de repente tem sua vida transformada radicalmente por uma descoberta que irá marcá-lo para sempre... Malena (Monica Bellucci). Com sua beleza avassaladora, Malena é mais irresistível atração da pacata vila. Recém chegada no local e sem o marido, cada passeio seu se transforma num espetáculo à parte, desperta os olhares de cobiça dos homens e os invejosos comentários de suas esposas. Entre seus admiradores esta Renato, que transforma seu desejo numa poderosa fantasia. Por Malena, ele aprende lições de vida e vai a lugares que nunca imaginou.

COMENTARIO: Neste filme é evidente a necessidade de uma atriz com grande potencial físico. A escolha foi perfeita: Monica Bellucci esta deslumbrante  como protagonista num papel que ela faz com perfeição já que somente exige o seu corpo quase sem diálogos. O resto do elenco esta simplesmente correto, salvando o trabalho enternecedor do menino que  persegue timidamente os movimentos da protagonista. Enfim, é um filme agradável de assistir, mas tem que reconhecer que os italianos foram um pouco ridicularizados, e não deixa de ser uma caricatura social ou ate universal.

Nota: 7,5

terça-feira, 12 de julho de 2016

PAULINA

PAULINA (La Patota) 
Drama / 103 min / Argentina / 2015 

Direção: Santiago Mitre 
Roteiro: Santiago Mitre ; Mariana Llinas, baseado em “La Patota” 
Produção: Agustina Llambi Campbell, Fernando Brom 
Música: Nicolas Varchausky 
Fotografia: Gustavo Biazzi 
Direção de Arte: Micaela Saiegin 
Figurino: Florencia Caligluri, Carolina Sosa Loyola 
Edição: Delfina Castagniso. Leandro Aste; Joana Collier 
Elenco: Dolores Fronzi; Oscar Martinez, Esteban Lanolle 

SINOPSE: O filme trata de inúmeras questiones sociais entre a eximia advogada Paulina e seu pai também advogado e juiz na província de Misiones na Argentina. Paulina prefere abrir mão de sua profissão e dedicar-se a um projeto de Assistência Social Educativa no interior da província, achando ser única maneira de mudar a injustiça social. 
COMENTÁRIO: O filme é um remake do filme “La Patota y otros Demonios” 
Na “Paulina”, se vê o desmoronamento do sonho do pai e juiz, ter uma filha brilhando como “Doutora Paulina”. A partir daqui existem uma serie de confrontos sem êxito, cada um defendendo seus argumentos. Uma noite a educadora saindo do colégio é confundida com outra jovem, cujo ex-namorado não aceitava o fim do relacionamento. Paulina é estuprada por uma turma de alunos num edifício abandonado. Apesar da brutalidade ela não vai embora da cidade e se mantem firme em suas convicções, justiça e direitos humanos. 
Logo segue o enfrentamento entre o pai poderoso e a filha idealista, ele querendo punição e ela continua dando aulas, mesmo descobrindo o autor, prefere não delata-lo. 
E é aqui que começa conquistar respeito de seus alunos. O filme continua deixando uma mensagem sobre “pecado, culpa, arrependimento, confissão e perdão”. 
Um bom filme: 

Nota: 8,0

sábado, 9 de julho de 2016

À BEIRA MAR .. DVD

À BEIRA MAR  (By Tha Sea) 
Drama; Romance / 122 min / EUA / 2015 

Direção: Angelina Jolie Pitt 
Roteiro: Angelina Jolie Pitt 
Produção: Angelina Jolie Pitt 
Música: Gabriel Yared 
Fotografia: Christian Berger 
Desenho de Produção: John Hutman 
Figurino: Ellen Mirojnick 
Edição: Patricia Rommel, Martin Pensa 
Elenco: Angelina Jolie Pitt (Vanessa); Brad Pitt (Roland); Melanie Laurent (lea); Melvil Poupaud (Fraçois) 

SINOPSE: Vanessa (Angelina Jolie), uma ex-bailarina e Roland (Brad Pitt), um escritor, vivem uma crise no casamento. Em viagem pela França se hospedam em um resort litorâneo e, após trocas de experiências com funcionários do hotel e os turistas recém-casados Lea (Melanie Laurent) e François (Melvil Poupaud), tentam se acertar. 
COMENTARIO: Nos vemos a Angelina Jolie Pitt elegante porem super magra e Brad Pitt com um bigode ridiculo, mas a interpretação de eles é espetacular. 
O roteiro de “À Beira Mar” é da própria Angelina e nele o casal Vanessa e Roland fica em cena praticamente o tempo inteiro. 
A história escrita por ela vai “soltando” ao longo do tempo os problemas existentes e os mistérios deste casal da um clima de suspense neste drama de mais de duas horas de duração. 
O diretor de fotografia Christian Berger soube posicionar muito bem as câmeras no trabalho com a dupla, e a fotografia das paisagens do sul da França são magnificas. Uma edição pouco ágil e uma trilha sonora composta praticamente por músicas francesas antigas acompanham a monotonia ociosidade do casal Enfim, considero “À Beira Mar” um filme muito lento e arrastado, mesmo querendo dar destaque a detalhes no roteiro que pretende ser original. 

Nota: 6,5

quarta-feira, 29 de junho de 2016

MAIS FORTE QUE O MUNDO – A Historia de Jose Aldo

MAIS FORTE QUE O MUNDO – A Historia de Jose Aldo (=)
Drama; Ação; Biografia / 115 min / Brasil / 2016

Direção: Afonso Poyart
Roteiro: Afonso Poyart
Produção: Afonso Poyart; Diane Maia
Fotografia: Carlos André Zalasik
Edição: Lucas Gonzaga
Efeitos Especiais: Fabio Freitas, Segio Farjalla Jr
Elenco: José Loreto (José Aldo); Cleo Pires (Vivi); Jackson Antunes ( Seu José); Claudia Ohana (Rocilene); Milhem Cortaz (Dedé Pederneiras); Rômulo Arantes Neto (Fernandinho); Paloma Bernardi ( Luiza); Rafinha Bastos (Marcos Loro).

SINOPSE:Lutador de MMA (Mixed Martial Arts) José Aldo (José Loreto). Ele cresceu com o sonho de ser um grande lutador, tendo como ídolo Mike Tyson. Dentro do octógono, Aldo foi campeão dos penas do UFC e é considerado um dos melhores atletas pound-for-pound (independente da categoria de peso)

COMENTARIO: Mais um filme de um lutador saído da pobreza tendo que lutar contra muitos obstáculos para virar campeão. Neste caso também tinha que superar obstáculos  e superar seus “demônios" e traumas familiares em Manaus, tudo filmado com cores saturados e obscuras. Quando Aldo chega ao Rio a vida melhora e tudo vai com cores claras e céu azul.

"O filme não é um documentário porem o roteiro une relatos biográficos, obtidos através de várias entrevistas de Poyart com Aldo.  A relação com o pai está absolutamente real, mesmo essa dificuldade dele de perdoar o pai.
 Aldo, em depoimento diz ficou muito feliz com a atuação de do José Loreto e a contracena com Cleo Pires, que fez a ex-atleta Viviane Oliveira, mulher de Aldo.
Jackson Antunes vive Seu José, pai de Aldo, e Claudia Ohana aparece como Dona Rocilene, mãe do lutador.
Um bom filme



Nota: 7,5

domingo, 26 de junho de 2016

REAPRENDENDO A AMAR - DVD

REAPRENDENDO A AMAR (I'll See You in My Dreams) 
Comédia; Drama / 92 min / EUA / 2015 

Direção: Brett Haley 
Roteiro: Brett Haley 
Produção: Brett Haley; Emily Schweber. 
Música: Keegan DeWitt 
Fotografia: Rob C. Givens 
Desenho de Produção: Eric James Archer 
Figurino: Mirren Gordon Crozier 
Edição: Brett Haley 
Elenco: Blythe Danner (Carol Petersen); Martin Starr (Lloyd); Sam Elliott (Bill); Malin Akerman (Katherine Petersen); June Squibb (Georgina); Rhea Perlman (Sally); Mary Kay Place (Rona); John Beasley (Mike). 

SINOPSE: Após a morte de seu adorado cachorro, Carol (Blythe Danner) acha que as atividades cotidianas que orientam sua vida – o habitual jogo de bridge, a jardinagem, uma taça ou duas de vinho – perderam o brilho. Com o apoio de três leais amigas (June Squibb, Rhea Perlman e Mary Kay Place), Carol decide se abrir para o mundo, cultivando uma improvável amizade com o homem que cuida de sua piscina (Martin Starr), procurando um novo interesse romântico (Sam Elliott) e se reconectando com sua filha (Malin Akerman). Com amizade, amor e tudo o que está envolvido, Carol descobre que a vida pode começar de novo com qualquer idade. 

COMENTARIO: Um filme lindo, mesmo mostrando uma cena triste nos primeiros cinco minutos. O filme aborda um tema pesado de uma forma leve sem cair nos tradicionais clichês. Tem um ótimo trabalho da Blythe Danner no papel principal interpretando a difícil personagem Carol Petersen e sem querer desmerecer o resto do plantel feminino nos papeis de divertidas amigas de Carol. Um belo filme que deixa o espectador pensando. 

Nota: 8,5

sexta-feira, 17 de junho de 2016

CLÃ - O

O CLÃ (El Clan) 
Drama; Policial; Drama / 110 min / Argentina; Espanha / 2015 

Direção: Pablo Trapero 
Roteiro: Pablo Trapero 
Produção: Agustín Almodóvar; Pedro Almodóvar; Pablo Trapero 
Música: Sbastian Escofef 
Fotografia: Julian Apezteguia 
Direção de Arte: Sebastian Orgambide 
Figurino: Julia Suarez 
Edição: Pablo Trapero 
Elenco: Guillermo Francella (Arquímedes Puccio); Peter Lanzani ( Alejandro Puccio); Lili Popovich (Epifanía Puccio); Giselle Motta (II) (Silvia Puccio); Franco Masini (Guillermo Puccio); Gastón Cocchiarale (Maguila Puccio); Antonia Bengoechea ( Adriana Puccio); Stefanía Koessl (Mónica). 
SINOPSE: Baseado na história de uma das gangues mais conhecidas da Argentina, “os Puccio”, o filme narra sobre essa família que ficou conhecida na década de 1980 por sequestrar e matar várias pessoas. O clã estava composto pelo pai da família, Arquímesdes (Guillermo Francella), seus dois filhos, Daniel e Alejandro (Peter Lanzani), o militar aposentado Rodolfo Franco e mais dois amigos, Roberto Oscar Díaz e Guillermo Fernández Laborde. 
COMENTARIO: Pablo Trapero responsável pelas obras Família Rodante, Abutres e Elefante Branco volta aos cinemas brasileiros com o drama e suspense “O Clã”. O diretor Pablo Trapero nos apresenta uma obra de rara beleza emotiva e técnica. A trama escrita por Trapero, Esteban Student e Julian Loyola, é muito bem desenvolvida. O diretor usa mais elementos do suspense do que do gênero policial. Chega ser curioso os discursos do presidente Raul Alfonsin que Trapero nos apresenta no começo do filme. Vemos um bom trabalho do veterano ator Guillermo Francela, que interpreta o Sr Puccio com perfeição. Também vemos o Alejandro filho do Puccio interpretado pelo ator Peter Lanzarini . Exibido no Festival de Veneza e no Festival do Rio de 2015, o grupo ficou marcado por assassinar as vítimas após recolher o valor do resgate. 

Nota: 7,5