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terça-feira, 8 de abril de 2014

NOÉ

NOÉ (Noah)
Drama; Fantasia épica / 138 min / EUA / 2014

Direção: Darren Aronofsky
Roteiro: Darren Aronofsky; Ari Handel
Produção: Darren Aronofsky; Ari Handel e Aron Milchan
Música: Clint Mansell
Fotografia: Matthew Libatique
Direção de Arte: Mark Friedberg.
Figurino: Michael Wilkinson
Edição: Andrew Weisblum
Elenco: Russell Crowe (Noé); Jennifer Connelly (Naameh); Emma Watson (Ila); Douglas Booth (Shem); Logan Lerman (Ham); Ray Winstone (Tubal-Caïn); Anthony Hopkins (Mathusalem); Nick Nolte (Samyaza).

SINOPSE: Noé (Russell Crowe) vive com a esposa Naameh (Jennifer Connelly) e os filhos Sem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) em uma terra desolada, onde os homens perseguem e matam uns aos outros. Um dia, Noé recebe uma mensagem do Criador de que deve encontrar Matusalém (Anthony Hopkins). Durante o percurso ele acaba salvando a vida da jovem Ila (Emma Watson), que tem um ferimento grave na barriga. Ao encontrar Matusalém, Noé descobre que ele tem a tarefa de construir uma imensa arca, que abrigará os animais durante um dilúvio que acabará com a vida na Terra, de forma a que a visão do Criador possa ser, enfim, resgatada.
COMENTARIO: A Malásia e a Indonésia proibiram a exibição do épico norte-americano 'Noé', que retrata a vida do profeta que construiu uma arca. Outras nações muçulmanas também baniram o filme, dissendo que o enredo do filme contradiz tanto o Alcorão como a Bíblia. Grande parte dos países muçulmanos, incluindo os Emirados Árabes, o Qatar e o Bahrein também proibiram o filme, que é um sucesso de bilheteria nos Estados Unidos.
Hollywood não faz um filme-catástrofe só com um dilúvio, eles precisam de heróis e vilões e Aronofsky se aprofunda neste filme de entretimento relatando de um jeito muito particular umas das passagens conhecidos na Bíblia. No "Gênesis" a história da Arca tem apenas três páginas e logicamente não se pode esperar que Hollywood faça uma fidelidade literária acima disto.
Mesmo assim as dúvidas foram tantas que o diretor precisou ir até o Vaticano para pedir concessões ao Papa para filmar a história à sua maneira, sem seguir à risca o que a Bíblia diz.
No meio do filme conta a história de Noé, escolhido por Deus para salvar todos os animais quando o Criador se "arrepende" de ter dado ao homem o domínio do planeta.
Contando ainda com efeitos visuais questionáveis, os Guardiões lembram os “Transformers” só que com distorção, “Noé” pode não ser brilhante na execução, mas não impede causar reflexões sobre os rumos da sociedade atual, e a moral deste filme acredito é que chamar a atenção para o que esta acontecendo no mundo hoje, através de uma história bastante conhecida para qualquer religião ou crença.
Noé é um filme com um desenvolvimento ágil a Construção da Arca ficou um pouco tediosa e algumas cenas fazem lembrar a trilogia “O senhor dos Anéis”.
O filme fica mais interessante quando o diluvio vem aparecendo. Estamos frente a um individuo que disposto a cumprir de uma forma cega, sua missão mesmo que atinja a própria família.
Um ótimo elenco, com um magnifico Russel Crowe e uma Jennifer Connelly e Emma Watson brilhando na ultima parte do filme. Boa fotografia e trilha sonora.

Nota: 8

sábado, 5 de abril de 2014

TOQUE DE MESTRE

TOQUE DE MESTRE (Grand Piano) 
Suspense / 90 min / EUA; Espanha / 2013 

Direção: Eugenio Mira 
Roteiro: Damien Chazelle 
Produção: Adrián Guerra e Rodrigo Cortés 
Música: Víctor Reyes 
Fotografia: Unax Mendia 
Figurino: Patricia Monné 
Edição: J.L. Romeu 
Elenco: Elijah Wood (Tom Selznick); John Cusack (Clem); Kerry Bishe (Emma Selznick); Tamsin Egerton (Ashley); Allen Leech (Wayne); Alex Winter (Assistant); Dee Wallace (Marjorie Green); Don McManus (Reisinger). 

SINOPSE: Tom Selznick (Elijah Wood) é o melhor pianista de sua geração. Um verdadeiro virtuoso. Apos cinco anos sem subir ao palco, o pianista que sofre de medo do palco e com a finalidade de superar seu trauma que envolve a peça Cinquette, criada pelo seu protetor e que pode so pode ser tocada no piano que ele deixou, marca seu retorno. Mas o pianista descobre um bilhete assustador em suas partituras. A ameaça afirma que ele terá de fazer o melhor concerto de sua vida, sem um único erro, se quiser salvar a si mesmo e também à esposa. 
COMENTARIO: Eugenio Mira faz um thriller maquiavélico fantástico em seu plano técnico, mas todo o conjunto resulta excessivamente milimétrico e calculado. A historia, assinada por Damien Chazelle, mostra diversos cantos do teatro mas sempre partindo do cenário único, o palco. A montagem muito bem feita pelo Víctor Reyes e tudo excessivamente preciso durante o trechos da execução das partituras o dos intervalos. 
O Drama parte da última tentativa dele de tocar Selznick travou e envergonhado, ele desistiu da música até que, no tempo presente do filme, ele retorna para os palcos por insistência da mulher, Emma (Kerry Bishé), uma das mais bem sucedidas atrizes de sua geração. O filme, começa devagar e rapidamente nos envolve com um suspense e com o drama do pianista. 
Durante da execução dos concertos maravilhosos de musica clássica que também é a grande condutora do suspense. Um thriller a moda antiga, estilo Hitchcock. Infelizmente um final hollywoodiano ridículo, faz o thriller perder pontos. Depois de assistir o filme, comentei com amigos músicos, se existe a possibilidade, durante a execução de um concerto, falar via celular com terceiro, e eles são testemunhas que sim é possível. 

Nota: 7

terça-feira, 25 de março de 2014

GRANDE HEROI - O

O GRANDE HEROI (Lone Survivor) (El único sobreviviente)
Ação; Biopic bélico; Drama / 121 min / EUA / 2013

Direção: Peter Berg
Roteiro: Peter Berg baseado no livro de Marcus Luttrell e Patrick Robinson
Música: Steve Jablonsky
Fotografia: Tobias Schliessler
Produção: Peter Berg; Akiva Goldman; Mark Wahlberg; Stephen Levinson.
Direção de Arte: Steve Cooper
Desenho de Produção: Tom Duffield
Figurino: Amy Stofsky
Edição: Colby Parker Jr
Efeitos Especiais: Gregory Nicotero
Elenco: Mark Wahlberg (Marcus Luttrell); Taylor Kitsch (Mike Murphy); Emile Hirsch (Danny Dietz); Ben Foster (Matt "Axe" Axelson); Ali Suliman (Gulab); Eric Bana (Erik Kristensen); Alexander Ludwig (Shane Patton); Dan Bilzerian (Healy).

SINOPSE: Baseada em fatos reais, a história acompanha o oficial da marinha norte-americana Marcus Luttrell (Mark Wahlberg), enviado ao Afeganistão em busca de um homem de confiança de Osama Bin Laden. Quando ele se depara com um homem idoso e três crianças, ele recebe ordens para matar os quatro, mas Marcus não tem coragem de fazê-lo. O paradeiro dos americanos é descoberto e logo toda a equipe é atacada por 250 homens armados, enviados pela Al Qaeda.
COMENTÁRIO: Um espectro exagerado demais nos quase cinquenta minutos de luta nas montanhas com cenas horripilantes, sobre-humanas, onde o espectador não sabe se rechaçar tamanha celebração ao sadismo ou classificar isto como a estupidez da guerra, numa sequencia de medidas teimosas, ridículas e erradas com mania de intentar implantar a paz e liberdade no resto do mundo.
Mais um filme mostrando a atuação dos militares norte-americanos no Oriente Médio,
o esgotamento de soldados em meio a decisões éticas sempre negligenciadas.
Na ultima parte do filme mostram, que também existem “árabes bons” e a pergunta que ficou no ar é: "Porque os habitantes daquela aldeia perdida nos confins do Agfanistão estão desafiando o talibã para ajudár-lo?" . Uma reflexão sobre a solidariedade humana.
 Por outro lado também a mensagem do herói na batalha o fim do filme é “que vai a guerra  e enfrenta uma batalha se vá para matar ou morrer”
Um dos poucos filmes americanos que se vem os combatentes carregando armas diversas vezes durante os combates.
Um drama bélico espetacular. Peter Berg opta pela consagração do sacrifício no lugar de repudiar os horrores da guerra. Um filme digno de assistir pela sua planificação técnica e desenho de produção.
Muito bem filmado e boa fotografia e trilha sonora, mas mesmo assim  

Nota: 5,5

sexta-feira, 21 de março de 2014

S.O.S. - Mulheres ao Mar

S.O.S. - Mulheres ao Mar 
Comedia Romântica / 96 min / Brasil / 2014 

Direção: Cris D'Amato 
Roteiro: Marcelo Saback; Sylvio Gonçalves; Rodrigo Nogueira 
Produção: Giovanna Antonelli 
Fotografia: Felipe Reinheimer 
Edição: Eduardo Hartung 
Elenco: Giovanna Antonelli (Adriana); Reynaldo Gianecchini (André); Fabiula Nascimento (Luiza); Thalita Carauta (Dialinda); Emanuelle Araújo (Beatriz Weber); Marcello Airoldi (Eduardo); Thereza Amayo (Sonia). 
SINOPSE: Adriana (Giovanna Antonelli) não está em um bom momento. Ela não consegue que alguma editora publique seus livros e, para ganhar a vida, legenda filmes pornôs. Para piorar a situação, seu marido Eduardo (Marcello Airoldi) decide pedir o divórcio. Em meio à fossa da separação, ela descobre que o ex fará um cruzeiro ao lado da nova namorada, Beatriz (Emanuelle Araújo), uma estrela da TV. Incentivada pela irmã Luíza (Fabíula Nascimento), as duas decidem embarcar no mesmo cruzeiro para que Adriana tenha a chance de reconquistá-lo. A empregada Dialinda (Thalita Carauta), que tenta ajudar a patroa a todo custo, acaba também embarcando nesta aventura 
COMENTARIO: Um roteiro bem escrito por Marcelo Saback, Rodrigo Nogueira e Sylvio Gonçalves com uma trama bem amarrada originando situações cômicas sem precisar apelar para o talento individual de comediantes famosos para buscar o riso. Giovanna Antonelli perfeita no papel de Adriana, mas o brilho está nas cenas de Fabíula Nascimento e Thalita Carauta do programa Zorra Total. As duas protagonizam os momentos mais divertidos, com suas boas atuações. Este filme é realmente uma comedia romântica com um humor sutil e inteligente. Bem diferente a muitos outros que precisam usar o recursos bufônicos ou mostrar cenas grotescas para divertir. Temos uma boa fotografia de Roma e Venezia no filme e os diálogos perspicazes do roteiro e o alto nível dos atores da Globo ajudaram o sucesso deste projeto. Deve ser por isto que eles ganham diversos prêmios no exterior. Um ótimo filme. 

Nota: 8,5

quarta-feira, 19 de março de 2014

FLORES RARAS

FLORES RARAS
Drama / 115 min / Brasil / 2012

Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Mattheu Chapman, Julie Sayres, baseado no roteiro de Carolina Kotscho e no livro “Flores Raras e Banalíssimas” de Carmem L. de Oliveira.
Produção: Lucy e Paula Barreto
Música:
Paulo Ricardo Nunes; Marcelo Zarvos
Fotografia: Mauro Pinheiro Jr.
Direção de Arte: Jose Joaquim Salles
Figurino: Marcelo Pies
Edição: Leticia Giffoni
Elenco: Glória Pires (Lota de Macedo Soares); Miranda Otto (Elizabeth Bishop); Tracy Middendorf (Mary); Marcello Airoldi (Carlos Lacerda); Lola Kirke (Margaret Bennett); Treat Williams (Robert Lowell)

SINOPSE: 1951, Nova York. Elizabeth Bishop (Miranda Otto) é uma poetisa insegura e tímida, que apenas se sente à vontade ao narrar seus versos para o amigo Robert Lowell (Treat Williams). Em busca de algo que a motive, ela resolve partir para o Rio de Janeiro e passar uns dias na casa de uma colega de faculdade, Mary (Tracy Middendorf), que vive com a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares (Glória Pires). A princípio Elizabeth e Lota não se dão bem, mas logo se apaixonam uma pela outra. É o início de um romance acompanhado bem de perto por Mary, já que ela aceita a proposta de Lota para que adotem uma filha.
COMENTARIO: Em 1995 Lucy Barreto comprou os direitos do livro “ A História de Lota de M. Soares e Elizabeth Bishop”, de Carmen Lucia Oliveira. O projeto foi oferecido a Hector Babenco, que recusou mas o filho de Lucy, o cineasta Bruno Barreto (Dona Flor e seus 2 maridos) decidiu dirigir e possivelmente é um dos melhores trabalhos de sua carreira. Teve sua estreia no cinema em agosto do 2013 e seu recente lançamento em DVD nesta semana.

É um filme forte e a sua vez um filme puro. Um ótimo trabalho da australiana Miranda Otto (O Senhor dos Aneis) interpretando a poetiza Elizabeth Bishop e da Gloria Pires, interpretando a arquiteta Lota, personagem  masculinizada, vibrante e cheia de energia, mas em momentos consegue mostrar sentimentos de forma discreta. Um trabalho elogiável, ainda mais porque a atriz teve de interpretar em inglês, língua predominante no filme. Gloria rouba a cena  conseguindo fazer o publico rir apenas com suas expressões. Ela declarou que esperou 17 anos pelo papel de lésbica.
Destaques para  a fotografia na qual boa parte mostra a beleza das serras de Petrópolis, as da Praia de Copacabana e do aterro do Flamengo na Bahia de Guanabara na época da sua construção pelo Carlos Lacerda, amigo da arquiteta. O figurino caracterizado nos anos 50 e 60, muito bem realizado.
Enfim um ótimo filme.

Nota: 9


segunda-feira, 17 de março de 2014

ATE O FIM

ATE O FIM (All is Lost) (Cuando todo está perdido) 
Drama;Aventura / 106 min./ EUA / 2013 

Direção: J.C. Chandor 
Roteiro: J.C. Chandor 
Produção: Neal Dodson; Anna Gerb; Justin Nappi, Teddy Schwartzman 
Música: Alex Ebert 
Fotografia: Frank G. demarco 
Edição: Pete Beaudreau 
Efeitos Especiais: Robert Munroe 
Elenco: Robert Redford 

SINOPSE: Um navegador experiente (Robert Redford) está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um contâiner leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino. 
COMENTÁRIO: Escrito e dirigido pelo novato J.C. Chandor conhecido pelo êxito do “Margin Call: O Dia Antes do fim” O filme “Ate o Fim” tem uma primeira hora muito interessante vendo um navegador com muito desenvolvimento e contornando muito bem o que seria uma possível tragédia.

 A trilha sonora bonita, vencedora do Globo de Ouro de Alex Ebert, porem muito repetitiva como também os planos embaixo d’água. O filme vira entediante e Redford como protagonista com seus 77 anos demostra ter uma boa condição física. O ritmo do filme é lento, mas envolve o espectador, querendo saber o destino do protagonista. que não pronuncia uma única palavra além de murmúrios alias penso ter ouvido “God” e Fuck” 
Também se desconhece a vida do protagonista, nem o seu nome ,profissão, o motivo de estar velejado, sua relação com o nome do veleiro, só demostra ser um marinheiro experiente e muito engenhoso e vale pelo roteiro e as tácticas utilizadas para manter-se vivo, que possivelmente também tenha sido o objetivo do diretor em mostrar o instinto natural do homem de se manter vivo. Também faz lembrar ao instinto de sobrevivência de Tom Hanks em “O Naufrago” e Sandra Bullock em “Gravidade”. 
Nota: 6,5

NEED FOR SPEED – O Filme

NEED FOR SPEED – O Filme (Need for Speed)
Ação / 130 min / EUA / 2014

Direção: Scott Waugh
Roteiro: George Gatins e John Gatins
Produção: John Gatins y Mark Sourian
Fotografia: Shane Hurlbut
Elenco: Aaron Paul (Tobey Marshall); Dominic Cooper (Dino Brewster); Imogen Poots (Julia Maddon); Ramon Rodríguez (Joe Peck); Michael Keaton (Monarch); Rami Malek (Finn); Scott Mescudi (Benny); Dakota Johnson.  

SINOPSE: Tobey Marshall (Aaron Paul), um mecânico que compete com carros de alta potência em um circuito não oficial de corridas de rua. Em sua luta para manter a oficina de sua família funcionando, Tobey hesitantemente se associa ao rico e arrogante ex-piloto da NASCAR Dino Brewster (Dominic Cooper). Mas bem quando Tobey está prestes a fechar uma grande venda com a revendedora de automóveis Julia Bonet (Imogen Poots) que poderia salvar sua oficina, uma corrida desastrosa permite que Dino monte uma armadilha e culpe-o por um delito que ele não cometeu, e pelo qual Tobey é enviado a prisão enquanto Dino continua expandindo seus negócios para o oeste. 
Dois anos depois, Tobey é libertado e empreende uma busca por vingança, mas sabe que a única possibilidade de destruir seu rival, Dino, é derrotando-o na pista de alto risco conhecida como De Leon: a competição mais emblemática do circuito de corridas clandestinas. Contudo, para atingir seu objetivo em tempo, Tobey deverá superar um desafio de alta octanagem e cheio de ação, que incluirá escapar da perseguição de policiais de costa a costa e fazer frente a uma recompensa perigosa que Dino ofereceu por seu carro. Com a ajuda de sua leal equipe e da surpreendentemente engenhosa Julia, Tobey supera obstáculos a cada passo e demonstra que, mesmo no mundo suntuoso dos supercarros exóticos, quem sempre perde também pode ganhar.
COMENTARIO: Need for Speed – O Filme” tem um roteiro fraco, ridículo e previsível com um final estupido. Parece ser  feito para jovens fãs de velocidade da década 1960/70. Nada ver com a época atual, mesmo mostrando carros magníficos correndo entre cânions e desertos de Utah e atravessando outros estados maravilhosos. Os atores são fracos como também o papel do veterano Michael Keaton. Enfim, um filme estupido, mal feito e com muitos erros.

Nota: 4,0

sábado, 15 de março de 2014

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (12 Years of Slave)
Drama / 134 min / EUA; UK / 2013

Direção: Steve McQueen II
Roteiro: John Ridley, baseado na autobiografía de Solomon Northup
Produção: Brad Pitt; John Ridley; Jeremy Kleiner; Steve McQueen II
Música:
Hans Zimmer
Fotografia: Sean Bobbit
Desenho de Produção: Adam Stockhausen
Figurino: Patricia Norris
Edição: Joe Walker
Elenco: Chiwetel Ejiofor (Solomon Northup); Michael Fassbender (Edwin Epps); Benedict Cumberbatch (Ford); Paul Dano (Tibeats); Garret Dillahunt (Armsby); Paul Giamatti (Freeman); Scoot McNairy (Brown); Lupita Nyong'o (Patsey); Sarah Paulson (Sra Epps); Brad Pitt (Bass); Michael K. Williams (Robert); Alfre Woodard (Sra Shaw);

SINOPSE: Nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro e livre do estado de Nova York é sequestrado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade do perverso dono de escravos Edwin Epps (Michael Fassbender), bem como inesperadas gentilezas, Solomon luta não só para sobreviver, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua inesquecível odisseia, um encontro ao acaso com um abolicionista canadense (Brad Pitt) mudará sua vida para sempre.
COMENTÁRIO: Steve McQueen nos apresenta seu terceiro longo depois de Hunger (2008) e Shame (2011) mostrando os limites da coragem e imundícia do ser humano animal e a capacidade de suportar a dor.
O diretor reuniu um formidável elenco, que inclui Benedict Cumberbatch, Paul Dano, Paul GiamattiBrad Pitt, mas é Chiwetel Ejiofor quem tem aqui o papel principal de uma vida.
A pequena participação da atriz estreante Lupita Nyong'o também é responsável pelo sucesso do filme. Sua personagem, Patsey, é quem mais sofre as escabrosidades e amarguras do descontrolado fazendeiro vivido por Michael Fassbender, surtando, na sua terceira participação com McQueen.
Nas duas horas e quinze de filme, nos mostra na primeira hora só desgraças. Cortes de faca no rosto, queimaduras no corpo, navios negreiros, mãos mutilada, escravos cegos que a plateia não está preparada para ver.
Com cenas de escravidão tão fortes, como as dos holocausto, tema de tantos filmes, o escravo em questão, Solomon Northup, escreveu um livro contando a sua história tudo baseado em fatos reais e tornou-se um ativista contra a escravidão.
O filmes anteriores sobre racismo e escravidão como Tempos de Glória (Glory, 1989), de Edwark  Zwick; A Cor Púrpura (The Color Purple, 1985), de Steven Spielberg, passam as ser contos triviais. Quentin Tarantino, a seu modo, conseguiu fazer um filme engraçado em Django Livre (Django Unchained, 2012), quando pela primeira vez que a palavra nigger é pronunciada.
McQueen, que é negro, conseguiu filmar o sofrimento e deixa impune o branco, diferente ao filme (Django Livre), que da ao espectador a prazer de assistir o castigo em todos os personagens criminosos.
Com ótimas fotografias selvagens, uma boa edição do som e belos planos estáticos, McQueen não poupa o público da selvageria e curiosamente, 12 Years a Slave é ainda mais violento que Tarantino.
O filme é realmente muito deprimente. Quando terminou o espetáculo e durante os créditos, os espectadores ficaram mudos, sentados por um bom tempo assimilando a tremenda injustiça da época 1840.
Um ótimo filme

Nota: 9

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

SEM ESCALA

SEM ESCALA (Non-Stop)
Suspense / 106 min / EUA; França / 2014

Direção: Jaume Collet-Serra
Roteiro: John Richardson e Chris Roach 
Produção: Joel Silver; Andrew Rona; Alex Heineman
Música: John Ottman

Fotografia:
Flavio Martínez Labiano
Edição: Jim May
Elenco: Liam Neeson (Bill Marks); Julianne Moore (Jen Summers); Scoot McNairy (Tom Bowen); Michelle Dockery (Nancy); Nate Parker (Zach White); Corey Stoll (Austin); Lupita Nyong'o (Gwen); Omar Metwally (Dr. Fahim Nasir).

SINOPSE: Liam Neeson estrela o filme como Bill Marks, oficial da aeronáutica. Em um voo internacional de Nova York a Londres, a 40 mil pés de altitude, Marks recebe uma série de mensagens de texto SMS enigmáticas, exigindo que a companhia aérea deposite US$ 150 milhões em uma conta corrente. Até que a transferência esteja garantida, um passageiro do voo morrerá a cada 20 minutos. Inicialmente Bill não dá atenção à ameaça, mas quando o primeiro passageiro aparece morto ele inicia uma investigação sobre quem possa ser o assassino.
COMENTÁRIO: Filmes rodados dentro de aeronaves sempre dão um ambiente tenso e neste caso o roteiro é composto de muita paranoia, mistério, reviravoltas e situações de tensão.
O filme é muito criativo e mexe com nossa imaginação. O espectador se deixa levar na viagem e na qual aparecem diversas possibilidades e viradas na sua trama, apresentando diversos personagens e todos explorados para se tornarem suspeitos.
Neeson protagoniza um herói até que a trama se volta contra ele e virando um anti-herói.
Julianne Moore muito talentosa também está no elenco.
Outra presença é a bela Michelle Dockery (da série Downton Abbey), no papel de aeromoça Nancy enquanto a talentosa Lupita Nyong´ (indicada ao Oscar por 12 Anos de Escravidão) tem um papel insignificante no filme.
O filme tem um desenlace bom até determinado momento quando perto do fim o longa fica ridiculamente grandioso demais. Os personagens perdem força e o filme se perde nos costumados clichês completamente exagerados, mas nestas quase duas horas, o filme entretém e o desfecho é em grande estilo.


Nota: 6,5

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

INSIDE LLEWYN DAVIS – Balada de um Homem Comum

INSIDE LLEWYN DAVIS – Balada de um Homem Comum (Inside Llewyn Davis)
Drama; Música / 105 min / EUA / 2013

Direção: : Ethan Coen, Joel Coen
Roteiro: Ethan Coen, Joel Coen
Produção: Scott Rudin, Ethan Coen, Joel Coen
Música: Marcus Mumford
Fotografia: Bruno Delbonnel
Desenho de Produção: Jess Gonchor.
Edição: Ethan Coen, Joel Coen, Roderick Jaynes
Figurino: Mary Zophres
Elenco: Oscar Isaac (Llewyn Davis); Carey Mulligan (Jean Berkey); Justin Timberlake (Jim Berkey);  Ethan Phillips (Mitch Gorfein);  John Goodman (Roland Turner); Garrett Hedlund (Johnny Five); Adam Driver (Al Cody);  F. Murray Abraham (Bud Grossman).
SINOPSE: Llewyn Davis (Oscar Isaac) é um cantor e compositor que sonha em viver da sua música. Com o violão nas costas, ele migra de um lugar para o outro na Nova York dos anos 60, sempre vivendo de favor na casa de amigos e outros artistas. Talentoso, mas sem se preocupar muito com o futuro, ele incomoda a amiga Jean Berkey (Carey Mulligan), que vive uma relação com outro músico, Jim (Justin Timberlake). Nem um pouco confiável, Davis se depara com a oportunidade de viajar na companhia de um consagrado e desagradável artista, Roland (John Goodman), mas nem tudo vai acabar bem nesta nova jornada.
COMENTÁRIO: No âmbito nova-iorquino onde se destacaram  entre outros, Bob Dylan e Joan Baez com suas baladas, os irmãos Coen (Bravura Indômita) nos convidam a compartir alguns momentos com um solitário protagonista, arrogante e inseguro, que ignora o rumo certo, nem de sua musica nem dele mesmo.
Com belas canções mas com textos nada comerciais que descreve diversos momentos que marcaram a vida do protagonista, como morte durante um parto ou mensagem para um pai internado num asilo com Alzheimer.
Um filme que fala sobre gravidez indesejada e sobre momentos de escolhas na vida com diversas encruzilhadas e sobre nossas escolhas e ideais.
O filme começa e termina na mesma cena onde se deduz que, o Llewyn nunca saiu do mesmo lugar e apenas andou em círculo.
Um bom trabalho do Oscar Isaac, uma boa fotografia e o filme se destaca não tanto pela historia em si mas sim como ela é contada com um roteiro nada previsível e com alguns lances divertidos. Poderia ter um excesso de baladas, mas para os amantes da musica folk deve ser um prazer assistir este filme.

Nota: 7

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

ROBOCOP 2014

ROBOCOP (RoboCop) 
Ação; Ficção científica; 118 min / EUA / 2014 

Direção: José Padilha 
Roteiro: Nick Schenk, Joshua Zetumer; baseado no roteiro de Edward Neumeier e Michael Miner para o filme homónimo de 1987. 
Produção: Eric Newman e Marc Abraham 
Música: Pedro Bromfman 
Fotografia: Lula Carvalho 
Direção de Arte: Martin Whist 
Figurino: April Ferry 
Edição: Daniel Rezende, Peter McNulty 
Elenco: Joel Kinnaman (Alex Murphy/RoboCop); Gary Oldman (Norton); Michael Keaton (Raymond Sellars); Abbie Cornish (Clara Murphy); Jackie Earle Haley (Maddox); Michael K. Williams (Officer Jack Lewis); Jennifer Ehle (Liz Kline); Jay Baruchel (Pope); Marianne Jean-Baptiste (Karen Dean); Samuel L. Jackson (Pat Novak); Zach Grenier (Senator Dreyfuss); Miguel Ferrer (Vallon). 
SINOPSE: Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, quando os EUA se encontram em guerra contra o Irã. As tropas americanas estão em vantagem, graças à tecnologia robótica desenvolvida pelo conglomerado OmniCorp. Drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas nos EUA a empresa tenta incessantemente fazer com que robôs substituam policiais de carne e osso. A opinião pública rejeita a ideia alegando que máquinas “não têm alma”, o que poderia afetar a forma com que julgam as situações. É nessa conjuntura que o CEO Ray Sellars (Michael Keaton) elabora uma nova estratégia, que consiste na incorporação de um policial incapacitado a uma armadura automatizada. Após ter sido criticamente ferido em um atentado, Alex Murphy (Joel Kinnaman) é selecionado para ser a primeira cobaia deste projeto. 
COMENTÁRIO: Remake do RoboCop (1987) do holandês Verhoeven, Jose Padilha em Hollywood fez um novo filme com uma nova visão que é a de trabalhar com policiais reconstruídos. Joel Kinnaman foi uma boa opção ao se tratar de um ator praticamente desconhecido, atuando num personagem não muito gratificante, dentro de uma carcaça robótica. Os coadjuvantes de luxo como Gary Oldman, Samuel L. Jackson, Michael Keaton o Jackie Earle Haley oscilam entre o correto e o exagerado, enquanto os robôs inimigos brilham ajudados pela tecnologia cinematográfica atual. 

Padilha levou um bom time de colaboradores brasileiros composto pelo fotógrafo Lula Carvalho, o montador Daniel Rezende e o compositor Pedro Bromfman. 
Também fez do Policial do Futuro uma semelhança evidente do Capitão Nascimento e seus chefiados de BOPE, aqui também lutando contra a corrupção e interesses inescrupulosos entre os policiais, políticos e da sociedade americana. Os principais temas em discussão é a ética científica, a corrupção dentro do alto escalão segurança nacional, a sedução do crime no âmbito politico, a influencia da TV reacionária com seu poder na mídia e finalmente e o consumismo influenciando a opinião pública feitos pelos departamentos de marketing das industrias. As cenas de ação é os ponto fraco deste filme, que possivelmente não passara a historia mas entretém o suficiente durante toda sua projeção. 

Nota: 6







sábado, 15 de fevereiro de 2014

ELA

ELA (Her) 
Comedia; Romance / 126 min / USA / 2013 

Direção: Spike Jonze 
Roteiro: Spike Jonze 
Produção: Megan Ellison e Vincent Landay. 
Música: Owens Pallet, Arcada Fire 
Fotografia: Hoyte Van Hoytema 
Desenho de Produção: K.K. Barrett 
Figurino: Casey Storm 
Elenco: Joaquin Phoenix (Theodore); Amy Adams (Amy); Rooney Mara (Catherine); Chris Pratt (Paul); Olivia Wilde (Blind Date); Matt Letscher (Charles); Portia Doubleday (Isabella); Sam Jaeger (Dr. Johnson); Scarlett Johansson (voz de Samantha) 
SINOPSE: Escrito e dirigido por Spike Jonze, ELA se passa em um futuro próximo na cidade de Los Angeles e acompanha Theodore Twombly (Joaquin Phoenix), um homem complexo e emotivo que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido com a separação daquela que ele julgava ser a mulher de sua vida (Rooney Mara), ele acaba equipando seu computador com um novo sistema operacional, que possui uma inteligência artificial que aprende e evolui baseado nas respostas que recebe, as entonações de voz, os suspiros e tudo mais. Ao iniciá-lo, ele tem o prazer de conhecer “Samantha”, uma voz feminina perspicaz, sensível e surpreendentemente engraçada. A medida em que as necessidades dela aumentam junto com as dele, a amizade dos dois se aprofunda em um eventual amor um pelo outro. 
COMENTARIO: É uma historia de amor dos tempos modernos. Spike Jonze nos mostra a vida do solitário Theodore (Joaquin Phoenix) apaixonado pela virtual Samantha (Voz da Scarlet Johansson) e incapaz de se relacionar com outro se isolando da sociedade. 
O roteiro também vai mostrando e questionando se este relacionamento é realmente perfeito já que virtualmente concorda com tudo o que ele faz. 
Mas tudo começa a desmoronar quando percebe que este programa atende milhões de clientes simultaneamente e a ligação amorosa também compartido com eles. Entra a insegurança, os ciúmes, a relação se desconecta. A cena final o casal, apos de serem abandonados, sobem ao topo do prédio para olhar o mundo real. 
Jonze criou momentos de altíssima beleza. Acredito que o filme ficou longo demais para ser perfeito; um ótimo filme mas para um espectador especial. 
A trilha sonora muito bonita de Owen Pallet, provocando tristeza e romanticismo nos momentos certos. Joaquin Phoenix comprova seu talento e Amy Adams transmite momentos de charme e beleza. 
Scarlett Johansson usa apenas a sua voz para criar a Samantha, com gostosa e divertidas risadas, transmitindo felicidade, alegria e ciúmes. 
m ótimo filme 

Nota: 8,5

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

CAÇADORES DE OBRAS PRIMAS

CAÇADORES DE OBRAS PRIMAS (The Monuments Men) 
Aventura; Comedia; Drama / 110 min / Estados Unidos, Alemanha / 2013 

Direção: George Clooney , Grant Heslov 
Roteiro: George Clooney; Grant Heslov; Robert M. Edsel 
Produção: George Clooney 
Música: Alexandre Desplat 
Fotografia: Phedon Papamichael 
Edição: Stephen Mirrione 
Elenco: George Clooney (Frank Stokes); Matt Damon (James Granger); Bill Murray (Richard Campbell); Cate Blanchett (Claire Simone); John Goodman (Walter Garfield); Jean Dujardin (Jean-Claude Clermont ); Hugh Bonneville (Donald Jeffries); Bob Balaban (Preston Savitz); Zahary Baharov (Comandante Elya); Sam Hazeldine (Coronel Langton); Alexandre Desplat (Emile); Aurelia Poirier (Jovem Francesa); Grant Heslov (Doutor). 
SINOPSE: Baseado nos fatos reais de uma das maiores caças ao tesouro da história, Os Caçadores de Obras-Primas é um filme que conta a aventura de um pelotão da Segunda Guerra Mundial, liderado por FDR, em direção à Alemanha para recuperar obras de arte roubadas por ladrões nazistas e devolvê-las aos seus verdadeiros donos. Seria uma missão impossível: com as peças presas em território inimigo, e os alemães com ordens de destruir tudo. Um grupo de sete diretores de museus, curadores e historiadores de arte, muito familiarizados com Michelangelo frente a uma corrida contra o tempo para evitar a destruição de 1000 anos de cultura. Eles arriscarão suas vidas para proteger, defender e recuperar obras de arte de renome roubadas por nazistas antes que Hitler as destrua. 
COMENTARIO: Caçadores de Obra-Prima, novo filme com direção de George Clooney será exibido no 64º Festival de Berlim. A escolha foi influenciada pela relação entre o enredo do filme e a história da Alemanha e um grupo de restauradores de obras-primas que são convocados para procurar grandes trabalhos artísticos perdidos durante a 2ª Guerra Mundial. George Clooney reúne diversos amigos, dentre eles Matt Damon, para um longa, que não é um filme de guerra nem é uma comédia faltando assim um pouco de personalidade. 
Junto com Clooney e Damon, temos as presenças de Cate Blanchett, Bill Murray, John Goodman, Jean Dujardin, Bob Balaban e Hugh Bonneville. todos de altissimo nivel. Cate se sai muito bem, como de costume, protagonizando uma mulher dura, abatida pela guerra mas apaixonada pelo trabalho que faz. A parceria Murray e Balaban é bem bacana como também a dupla Goodman e Dujardin que também diverte e finalmente os dois atores Clooney e Damon não atrapalham a trama. O Filme peca por não conseguir misturar bem as cenas de humor e drama, querendo mostrar um lado sério e reflexivo, mas tudo é feito de forma superficial. Não é um drama de guerra e também não diverte o tanto que deveria para ser considerado uma grande comédia. Mesmo querendo fazer parodia de filmes de guerra classicos a música de Alexandre Desplat é outro destaque do longa. Ela me fez lembrar a do o filme “Fugindo do Inferno” 1963 com Steve Mc Queen. A repetição das situações e a trama bastante previsível e passa ser um filme fraco mas mesmo assim é interessante pela historia.   

Nota: 6