ESCRITORES DA LIBERDADE (Freedom Writers)
Drama / 122 min. / Alemanha / EUA / 2007
Direção: Richard LaGravenese
Roteiro: Richard LaGravenese baseado no “Freedom Wrirers Diary” de Erin Gruwell
Produção: Danny Devito, Michael Shamberg, Stracey Sher
Musica: Mark Isham + Mary Ramos
Fotografia: Jim Denault
Desenho de Produção: Laurence Bennet
Figurino: Cindy Evans
Edição: David Moritz
Elenco: Hilary Swank (Erin Gruwell); Patrick Dempsey (Scott Casey); Scott Glenn (Steve Gruwell); Imelda Staunton (Margaret Campbell); April L. Hernandez (Eva Benitez);
Kristin Herrera (Gloria Munez).
SINOPSE: Hilary Swank, duas vezes premiada com o Oscar, atua nesta instigante história, envolvendo adolescentes criados no meio de tiroteios e agressividade, e a professora que oferece o que eles mais precisam: uma voz própria. Quando vai parar numa escola corrompida pela violência e tensão racial, a professora Erin Gruwell combate um sistema deficiente, lutando para que a sala de aula faça a diferença na vida dos estudantes. Agora, contando suas próprias histórias, e ouvindo as dos outros, uma turma de adolescentes supostamente indomáveis vai descobrir o poder da tolerância, recuperar suas vidas desfeitas e mudar seu mundo.
COMENTÁRIO: Baseado em fatos reais, este drama racial mostra como as pessoas que veem outras nas ruas e julgam-nas pela aparência. Às vezes sem malícia, muitas vezes pela formação educacional errada fala-se de “Loira burra”, “pobre ignorante”.
Nos “Escritores da Liberdade”, trata de grupos raciais que se colidem, por terem que viver no mesmo ambiente: negros, hispânicos e orientais, todos estudando no mesmo colégio.
O filme é um pouco ingênuo e os vários conflitos são muito previsíveis. Os temas já foram explorados em outros filmes, como “Ao Mestre Com Carinho”, “O Clube do Imperador” e “Sociedade dos Poetas Mortos”.
Com um bons elenco de astros, incluindo, Imelda Stauton (Harry Potter e a Ordem da Fênix), “Escritores da Liberdade” é baseado no aclamado best-seller “O Diário dos Escritores da Liberdade”.
O filme conta com ótimos trabalhos, tanto da Erin interpretados por Hilary Swank e Patrick Dempsey (Grey's Anatomy), como os dos alunos, demonstrando saber lidar com diversas emoções e a Imelda Staunton encarnando a diretora Margaret e Scott Glenn (Dia de Treinamento).
“Escritores da Liberdade” é uma agradável surpresa.Um filme que alem de divertido, consegue emocionar com facilidade.
Nota: 8
domingo, 29 de julho de 2012
IDENTIDADE TROCADA - DVD
IDENTIDADE TROCADA (Switch)
Crime / 100 min. / França / 2011
Direção: Frédéric Schoendoerffer
Roteiro: Jean-Christophe Grangé, Frédéric Schoendoerffer
Produção: Eric Neve
Musica: Bruno Coulais
Fotografia: Vicent Gallot
Desenho de Produção: Nora Salhi
Direção de Arte: Jean Marc Kerdelhue
Edição: Dominique Mazzoleni
Efeitos Especiais: Les Versaillais
Elenco: Karine Vanasse (Sophie Malaterre) ; Eric Cantona (Damien Forgeat) ; Mehdi Nebbou (Stéphane Defers) ; Aurélien Recoing (Delors As Como Aurélien Recoing De La Comédie Française) ; Karina Testa (Bénédicte Serteaux) ; Bruno Todeschini (Verdier) ; Maxim Roy (Claire Maras) ; Niseema Theillaud (Alice Serteaux As Como Niseema) ; Sophie Faucher (Marianne Malaterre) ; Stéphan Guérin-Tillié (3ème De Groupe) ; Sarah Pebereau (4ème De Groupe) ; Karim Saleh (Kourosh) ; Cyril Lecomte (Koskas) ; Ludovic Schoendoerffer (Le Légiste) .
SINOPSE: Sophie, que mora em Montreal, cadastra-se em um site de troca de casas. Ela decide passar umas férias em Paris e troca de residência com Bénédicte, uma completa desconhecida. Sophie não sabia que estava cometendo o maior erro de sua vida. Um dia depois de sua chegada, ela é surpreendida pela invasão de policiais em sua "nova" e temporária casa, onde um homem decapitado foi encontrado. Acusada de ser a assassina, Sophie passa a ser confundida com a verdadeira proprietária do lugar e coloca em risco sua própria vida para provar quem é, de verdade.
COMENTÁRIO: Um ótimo roteiro que começa previsível e finaliza muito louco. Um bom trabalho de Karine Vanasse e do ex-jogador de futebol do Manchester United e seleção francesa Eric Cantona que depois de aposentado, virou ator (“Á Procura de Eric” ) interpretando o chefe de policia. Belas imagens da maravilhosa Paris captadas pelo diretor de fotografia Vicent Gallot. O filme peca um pouco pelo excesso de perseguições.
Nota: 8
Crime / 100 min. / França / 2011
Direção: Frédéric Schoendoerffer
Roteiro: Jean-Christophe Grangé, Frédéric Schoendoerffer
Produção: Eric Neve
Musica: Bruno Coulais
Fotografia: Vicent Gallot
Desenho de Produção: Nora Salhi
Direção de Arte: Jean Marc Kerdelhue
Edição: Dominique Mazzoleni
Efeitos Especiais: Les Versaillais
Elenco: Karine Vanasse (Sophie Malaterre) ; Eric Cantona (Damien Forgeat) ; Mehdi Nebbou (Stéphane Defers) ; Aurélien Recoing (Delors As Como Aurélien Recoing De La Comédie Française) ; Karina Testa (Bénédicte Serteaux) ; Bruno Todeschini (Verdier) ; Maxim Roy (Claire Maras) ; Niseema Theillaud (Alice Serteaux As Como Niseema) ; Sophie Faucher (Marianne Malaterre) ; Stéphan Guérin-Tillié (3ème De Groupe) ; Sarah Pebereau (4ème De Groupe) ; Karim Saleh (Kourosh) ; Cyril Lecomte (Koskas) ; Ludovic Schoendoerffer (Le Légiste) .
SINOPSE: Sophie, que mora em Montreal, cadastra-se em um site de troca de casas. Ela decide passar umas férias em Paris e troca de residência com Bénédicte, uma completa desconhecida. Sophie não sabia que estava cometendo o maior erro de sua vida. Um dia depois de sua chegada, ela é surpreendida pela invasão de policiais em sua "nova" e temporária casa, onde um homem decapitado foi encontrado. Acusada de ser a assassina, Sophie passa a ser confundida com a verdadeira proprietária do lugar e coloca em risco sua própria vida para provar quem é, de verdade.
COMENTÁRIO: Um ótimo roteiro que começa previsível e finaliza muito louco. Um bom trabalho de Karine Vanasse e do ex-jogador de futebol do Manchester United e seleção francesa Eric Cantona que depois de aposentado, virou ator (“Á Procura de Eric” ) interpretando o chefe de policia. Belas imagens da maravilhosa Paris captadas pelo diretor de fotografia Vicent Gallot. O filme peca um pouco pelo excesso de perseguições.
Nota: 8
segunda-feira, 16 de julho de 2012
TÃO FORTE, TÃO PERTO - DVD
TÃO FORTE, TÃO PERTO (Extremely Loud & Incredibly Close)
Drama / 129 min. / EUA / 2011
Direção: Stephen Daldry
Roteiro: Eric Roth
Produção: Scott Rudin
Musica: Nico Muhly
Fotografia: Chris Menges
Desenho de Produção: K. K. Barrett
Figurino: Ann Roth
Edição: Clair Simpson
Elenco: Tom Hanks (Thomas Schell); Thomas Horn (Oskar Schell); Sandra Bullocck (Linda Schell); Zoe Caldwell (A Avó de Oskar); Dennis Hearn (Ministro); Paul Klementowicz (Sem Teto); Julian Tepper (Porteiro do Deli); Caleb Reynolds (aluno); John Goodman (Porteiro do Stan); Max von Sydow (Inquilino); Lorna Pruce; Viola Davis (Abby Black); Jeffrey Wright (William Black); Hazelle Goodman (Hazelle Black); Marty Krzywonos (Pianista).
SINOPSE: Oskar Schell (Thomas Horn) é uma criança excepcional: inventor amador, admirador da cultura francesa, pacifista. Aos 11 anos de idade, ele encontra uma misteriosa chave que pertencia a seu pai, que morreu no atentado às Torres Gêmeas no dia 11 de setembro de 2001, e embarca em uma jornada secreta pelas cinco regiões de Nova York. Enquanto vaga pela "Grande Maçã", Oskar encontra pessoas de todos os tipos.
COMENTARIO: Tão Forte Tão Perto é um filme sobre os terríveis acontecimentos de 11 de setembro. Pode ser ate o mais bem-sucedido até agora e possivelmente por isto foi a indicação ao Oscar de Melhor Filme. Abby Black (Viola Davis, de Histórias Cruzadas) e (Jeffrey Wright) tem um papel importante no filme. Inspirado no best-seller homônimo de Jonathan Safran Foer, o filme, que tem direção de Stephen Daldry (Billy Eliot)e o roteiro de Eric Roth transforma Oskar num moleque chato e mimado. O filme, peca por excessos de narrativas totalmente desnecessários e o ponto forte é a interpretação de Max Von Sydow vivendo o misterioso inquilino com grande força dramática merecendo a indicação ao Oscar. Um filme forte.
Nota: 8
Drama / 129 min. / EUA / 2011
Direção: Stephen Daldry
Roteiro: Eric Roth
Produção: Scott Rudin
Musica: Nico Muhly
Fotografia: Chris Menges
Desenho de Produção: K. K. Barrett
Figurino: Ann Roth
Edição: Clair Simpson
Elenco: Tom Hanks (Thomas Schell); Thomas Horn (Oskar Schell); Sandra Bullocck (Linda Schell); Zoe Caldwell (A Avó de Oskar); Dennis Hearn (Ministro); Paul Klementowicz (Sem Teto); Julian Tepper (Porteiro do Deli); Caleb Reynolds (aluno); John Goodman (Porteiro do Stan); Max von Sydow (Inquilino); Lorna Pruce; Viola Davis (Abby Black); Jeffrey Wright (William Black); Hazelle Goodman (Hazelle Black); Marty Krzywonos (Pianista).
SINOPSE: Oskar Schell (Thomas Horn) é uma criança excepcional: inventor amador, admirador da cultura francesa, pacifista. Aos 11 anos de idade, ele encontra uma misteriosa chave que pertencia a seu pai, que morreu no atentado às Torres Gêmeas no dia 11 de setembro de 2001, e embarca em uma jornada secreta pelas cinco regiões de Nova York. Enquanto vaga pela "Grande Maçã", Oskar encontra pessoas de todos os tipos.
COMENTARIO: Tão Forte Tão Perto é um filme sobre os terríveis acontecimentos de 11 de setembro. Pode ser ate o mais bem-sucedido até agora e possivelmente por isto foi a indicação ao Oscar de Melhor Filme. Abby Black (Viola Davis, de Histórias Cruzadas) e (Jeffrey Wright) tem um papel importante no filme. Inspirado no best-seller homônimo de Jonathan Safran Foer, o filme, que tem direção de Stephen Daldry (Billy Eliot)e o roteiro de Eric Roth transforma Oskar num moleque chato e mimado. O filme, peca por excessos de narrativas totalmente desnecessários e o ponto forte é a interpretação de Max Von Sydow vivendo o misterioso inquilino com grande força dramática merecendo a indicação ao Oscar. Um filme forte.
Nota: 8
sábado, 14 de julho de 2012
NA ESTRADA
NA ESTRADA (On the Road)
Aventura/Drama / 137 min / França / Reino Unido / EUA / Brasil / 2012
Direção: Walter Salles
Roteiro: Jose Rivera baseado no livro de Jack Kerouac
Produção: Charles Gillibert, Nathanaël Karmitz, Rebecca Yeldham e Roman Coppola
Musica: Gustavo Santaolalla
Fotografia: Eric Gautier
Desenho de Produção: Carlos Conti
Figurino: Danny Glicker
Edição: François Gédigier
Elenco: Kristen Stewart (Marylou); Amy Adams (Jane); Kirsten Dunst (Camille); Viggo Mortensen (Velho Bull Lee); Garrett Hedlund (Dean Moriarty); Elisabeth Moss (Galatea Dunkel); Terrence Howard (Walter); Alice Braga (Terry); Tom Sturridge (Carlo Marx); Sam Riley (Sal Paradise).
SINOPSE: Ritmado por sexo, drogas e Jazz, Na Estrada/On the Road conta a história do Sal Paradise é um aspirante a escritor que acaba de perder o pai. Ao conhecer Dean Moriaty, é apresentado a um mundo desconhecido, onde há liberdade no sexo e no uso de drogas. Logo grandes amigos, passam a dividir a parceria com a jovem Marylou, apaixonada por Dean. Os três viajam pelo interior do pais, dispostos a fugir de regras e a monotonia.
COMENTARIO: Um filme que pode não gostar pelo excesso de cenas de nudez, uso de drogas, sexo a três e homossexual, num universo onde reina a liberdade nos personagens perfeitamente interpretados pelos atores e pode sim gostar por retratar perfeitamente o momento de vida nessa época fines dos anos 50 e do início dos anos 60. Interessantes também, são as anotações dos pensamentos e observações do jovem escritor, a ótima fotografia tanto a estática como com a câmera em movimento nos momentos de delírio, e a musica espetacular para quem gosta de Jazz e Blues. Enfim, mesmo com uma temática muito louca, deprimente repetitiva e podendo ser bem mais curta, não deixa de ser um bom filme.
Nota: 7,5
Aventura/Drama / 137 min / França / Reino Unido / EUA / Brasil / 2012
Direção: Walter Salles
Roteiro: Jose Rivera baseado no livro de Jack Kerouac
Produção: Charles Gillibert, Nathanaël Karmitz, Rebecca Yeldham e Roman Coppola
Musica: Gustavo Santaolalla
Fotografia: Eric Gautier
Desenho de Produção: Carlos Conti
Figurino: Danny Glicker
Edição: François Gédigier
Elenco: Kristen Stewart (Marylou); Amy Adams (Jane); Kirsten Dunst (Camille); Viggo Mortensen (Velho Bull Lee); Garrett Hedlund (Dean Moriarty); Elisabeth Moss (Galatea Dunkel); Terrence Howard (Walter); Alice Braga (Terry); Tom Sturridge (Carlo Marx); Sam Riley (Sal Paradise).
SINOPSE: Ritmado por sexo, drogas e Jazz, Na Estrada/On the Road conta a história do Sal Paradise é um aspirante a escritor que acaba de perder o pai. Ao conhecer Dean Moriaty, é apresentado a um mundo desconhecido, onde há liberdade no sexo e no uso de drogas. Logo grandes amigos, passam a dividir a parceria com a jovem Marylou, apaixonada por Dean. Os três viajam pelo interior do pais, dispostos a fugir de regras e a monotonia.
COMENTARIO: Um filme que pode não gostar pelo excesso de cenas de nudez, uso de drogas, sexo a três e homossexual, num universo onde reina a liberdade nos personagens perfeitamente interpretados pelos atores e pode sim gostar por retratar perfeitamente o momento de vida nessa época fines dos anos 50 e do início dos anos 60. Interessantes também, são as anotações dos pensamentos e observações do jovem escritor, a ótima fotografia tanto a estática como com a câmera em movimento nos momentos de delírio, e a musica espetacular para quem gosta de Jazz e Blues. Enfim, mesmo com uma temática muito louca, deprimente repetitiva e podendo ser bem mais curta, não deixa de ser um bom filme.
Nota: 7,5
sexta-feira, 13 de julho de 2012
W.E. – O Romance do Século - DVD
W.E. – O Romance do
Século
(W.E.)
Drama
/ Romance / 120 min. / Reino Unido / 2011
Direção:
Madonna
Roteiro: Madonna + Kris Thykier
Produção:
Madonna + Kris Thykier
Musica: Abiel Korzeniowski
Fotografia: Hagen Bogdanski
Musica: Abiel Korzeniowski
Fotografia: Hagen Bogdanski
Desenho
de Produção: Martin Child
Figurino: Arianne Phillips
Edição: Danny B. Tull
Elenco: Abbie Cornish (Wally Winthrop); Natalie Dormer (Elizabeth Bowes-Lyon); Oscar Isaac (Evgeni); Richard Coyle (William); Annabelle Wallis (Arabella Green); James D´Arcy (King Edward VIII); Andrea Riseborough (Wallis); Laurence Fox (Bertie); James Fox (King George V); Ronan Vibert (Bronson Van Wick); Natalie Gal (Edita); David Harbour (Ernest).
Elenco: Abbie Cornish (Wally Winthrop); Natalie Dormer (Elizabeth Bowes-Lyon); Oscar Isaac (Evgeni); Richard Coyle (William); Annabelle Wallis (Arabella Green); James D´Arcy (King Edward VIII); Andrea Riseborough (Wallis); Laurence Fox (Bertie); James Fox (King George V); Ronan Vibert (Bronson Van Wick); Natalie Gal (Edita); David Harbour (Ernest).
SINOPSE:
W.E.- O Romance do Século conta duas histórias
de amor.
Uma
delas é centrada no escândaloso caso do Rei Edward VIII com a divorciada americana
Wallis Simpson, plebeia, por quem ele abdicou do trono para viver um grande
amor, mostrado no filme “O Discurso do
Rei”.
A
outra, contemporânea, reúne uma mulher casada, obsecada pela historia de Wallis
e Edward, e um guarda de segurança russo.
COMENTARIO: W.E. – O Romance do
Seculo é a segunda tentativa da Madonna, depois de Sujos e Sábios (2008). Este
projeto ficou no forno por dois anos.
O
subtítulo de "O Romance do Século" do filme não condiz a realidade. Wally
Winthrop (Abbie Cornish) vive um casamento conturbado com William e a vida do
casal contemporâneo também não foi tão perfeita assim.
O filme apresenta um começo muito difícil para o público se
conectar, é muita informação em vários períodos de tempo, O longa melhora para o
espectador quando focam na relação entre o segurança e a esposa rejeitada, W.E
nos tempos atuais.
Mas
Madonna, tem suas espertezas e sabe se cercar das pessoas certas no que faz.
O
filme apresenta uma boa trilha sonora, criada pelo talentoso Abel
Korzeniowksi e um ótimo figurino de Arianne Phillips.
Arianne
deu sorte de trabalhar com uma personagem tão interessante como Wallis, que
tinha um bom gosto notório por roupas e joias. Era cliente dos famosos
estilistas da época.
Mais
do que um elemento histórico, o filme fala em especial sobre relacionamentos e
emoções em seus diversos aspectos.
Uma
boa opção para quem gosta de bons romances históricos, e a Madonna surpreendeu
neste projeto.
Nota: 7
domingo, 1 de julho de 2012
HABEMUS PAPAM - DVD
HABEMUS PAPAM (Habemus Papam,)
Comédia Dramática / 102 min. / Itália/ França / 2011
Direção: Nanni Moretti
Roteiro: Nanni Moretti, Francesco Piccolo, Federica Pontremoli
Produção: Jean Labadie, Nanni Moretti, Domenico Procacci
Musica: Franco Piersanti
Fotografia: Alessandro Pesci
Direção de Arte: Paola Bizzarri
Figurino: Lina Nerli Taviani
Edição: Esmeralda Calabria
Elenco: Michel Piccoli (Papa), Nanni Moretti (O Psicoanalista), Jerzy Stuhr (Porta voz), Renato Scarpa (Cardenal Gregori), Margherita Buy (A Psicoanalista), Franco Graziosi (Cardenal Bollati), Leonardo Della Bianca (Bambino), Camillo Milli (Cardinal Pescardona), Roberto Nobile (Cardinal Cevasco), Ulrich von Dobschütz (Cardinal Brummer),
SINOPSE: Após a morte do Papa, o Conclave se reúne para eleger seu sucessor. São necessários muitos votos até que a fumaça branca se eleve anunciando o Papa recém-eleito. Mas os fiéis na Praça de São Pedro esperam em vão pela aparição na varanda do novo pontífice soberano. Este não parece pronto para suportar o peso de tal responsabilidade. O novo papa eleito (Michel Piccoli) sofre um ataque de pânico no momento em que deveria aparecer na varanda da Praça de São Pedro para saudar os fiéis, que esperaram pacientemente o veredito do conclave. Seus conselheiros, incapazes de convencê-lo de que é o homem certo para o cargo, procuram a ajuda de um conhecido psicanalista ateísta (Nanni Moretti). Mas o medo da responsabilidade que a confiança que lhe foi depositada representa é algo que só ele mesmo poderá enfrenta. .
COMENTARIO: “A Gaivota”, peça de Anton Tchékhov apresentado no círculo teatral russo, ocupa papel importante em Habemus Papam, Assim como Tchékhov, Moretti também tem gosto pela sátira que fica entre o trágico e o cômico. Os imponentes edifícios, a decoração suntuosa, os trajes elegantes e o ritual fúnebre de um Papa com a cena na qual cardeais rumam orando, em fila, para o conclave, podem levar o espectador de Habemus Papam a pensar estar diante de um filme sério sobre os bastidores da eleição de um sumo pontífice. Pouco tempo depois, no entanto, a impressão está desfeita. O filme de Nanni Moretti abre-se para o humor com cardeais suplicando ao Senhor para não serem escolhidos e outros esticando o pescoço para ver o voto do colega ao lado. Moretti fez um longa bem-humorado a partir de suas observações e visão crítica do universo eclesiástico. Boa fotografia do Vaticano e de Roma e interessante na trilha sonora o tema “Todo Cambia” escrita por Julio Numbauer e interpretada por Mercedes Sosa. Enfim, Habemus Papam é um filme de fina ironia, que critica a política e o pensamento do Vaticano de forma muito sutil até o desfecho sagrado, refletindo no incomum discurso do Melville e na reação tipicamente italiana dos demais cardeais. Um bom filme
Nota 7,5
Comédia Dramática / 102 min. / Itália/ França / 2011
Direção: Nanni Moretti
Roteiro: Nanni Moretti, Francesco Piccolo, Federica Pontremoli
Produção: Jean Labadie, Nanni Moretti, Domenico Procacci
Musica: Franco Piersanti
Fotografia: Alessandro Pesci
Direção de Arte: Paola Bizzarri
Figurino: Lina Nerli Taviani
Edição: Esmeralda Calabria
Elenco: Michel Piccoli (Papa), Nanni Moretti (O Psicoanalista), Jerzy Stuhr (Porta voz), Renato Scarpa (Cardenal Gregori), Margherita Buy (A Psicoanalista), Franco Graziosi (Cardenal Bollati), Leonardo Della Bianca (Bambino), Camillo Milli (Cardinal Pescardona), Roberto Nobile (Cardinal Cevasco), Ulrich von Dobschütz (Cardinal Brummer),
SINOPSE: Após a morte do Papa, o Conclave se reúne para eleger seu sucessor. São necessários muitos votos até que a fumaça branca se eleve anunciando o Papa recém-eleito. Mas os fiéis na Praça de São Pedro esperam em vão pela aparição na varanda do novo pontífice soberano. Este não parece pronto para suportar o peso de tal responsabilidade. O novo papa eleito (Michel Piccoli) sofre um ataque de pânico no momento em que deveria aparecer na varanda da Praça de São Pedro para saudar os fiéis, que esperaram pacientemente o veredito do conclave. Seus conselheiros, incapazes de convencê-lo de que é o homem certo para o cargo, procuram a ajuda de um conhecido psicanalista ateísta (Nanni Moretti). Mas o medo da responsabilidade que a confiança que lhe foi depositada representa é algo que só ele mesmo poderá enfrenta. .
COMENTARIO: “A Gaivota”, peça de Anton Tchékhov apresentado no círculo teatral russo, ocupa papel importante em Habemus Papam, Assim como Tchékhov, Moretti também tem gosto pela sátira que fica entre o trágico e o cômico. Os imponentes edifícios, a decoração suntuosa, os trajes elegantes e o ritual fúnebre de um Papa com a cena na qual cardeais rumam orando, em fila, para o conclave, podem levar o espectador de Habemus Papam a pensar estar diante de um filme sério sobre os bastidores da eleição de um sumo pontífice. Pouco tempo depois, no entanto, a impressão está desfeita. O filme de Nanni Moretti abre-se para o humor com cardeais suplicando ao Senhor para não serem escolhidos e outros esticando o pescoço para ver o voto do colega ao lado. Moretti fez um longa bem-humorado a partir de suas observações e visão crítica do universo eclesiástico. Boa fotografia do Vaticano e de Roma e interessante na trilha sonora o tema “Todo Cambia” escrita por Julio Numbauer e interpretada por Mercedes Sosa. Enfim, Habemus Papam é um filme de fina ironia, que critica a política e o pensamento do Vaticano de forma muito sutil até o desfecho sagrado, refletindo no incomum discurso do Melville e na reação tipicamente italiana dos demais cardeais. Um bom filme
Nota 7,5
sábado, 30 de junho de 2012
PARA ROMA COM AMOR
PARA ROMA
COM AMOR (To Rome with Love)
Comedia / 102 min. / EUA , Espanha, Italia / 2012
Direção: Woody
Allen
Roteiro: Woody
Allen
Produção: Letty
Aronson, Stephen Tenenbaum
Fotografia: Darius Khondji
Fotografia: Darius Khondji
Desenho
de Produção: Anne Seibel
Direção de Arte: Luca Tranchina
Direção de Arte: Luca Tranchina
Edição: Alisa Baldin
Elenco: Ellen Page (Monica), Jesse Eisenberg (Jack), Woody Allen (Jerry), Penélope
Cruz (Anna), Alec Baldwin
(John), Roberto Benigni (Leopoldo), Greta Gerwig (Sally), Judy Davis (Phyllis),
Ricardo Scamarcio, Isabella Ferrari, Ornella Muiti, Alessandro Tiberi, Carol
Alt.
SINOPSE: Um caleidoscópio
de quatro historias acontecendo simultaneamente na maravilhosa Roma.
O
conhecido arquiteto John (Alec Baldwin)(30 Rock) esta de férias em Roma, onde
viveu em sua juventude. Andando no seu antigo bairro ele encontra Jack (Jesse
Eisenberg)(A Rede Social), um jovem não muito diferente de si mesmo. Como ele
observa Jack se apaixonar por Monica (Ellen Page) (Juno) John revive um dos episódios
mais romanticamente dolorosos de sua vida.
No
mesmo momento, o aposentado diretor de ópera Jerry (Woody Allen) voa para Roma
com sua esposa Phyllis (Judy Davis), para encontrar a filha (Alison Pill) que
acaba de ficar noiva de um italiano, Michelangelo (Flavio Parenti). Jerry fica
espantado ao ouvir o pai de Michelangelo, Giancarlo (renomado tenor Fabio
Armiliato) cantar enquanto se ensaboa no chuveiro.
Convencido
de que o talento de Giancarlo não pode ser mantido oculto, Jerry faz tudo para promover
Giancarlo e rejuvenecer sua carreira.
Leopoldo
Pisanello (Roberto Benigni)(A vida é bella) um modesto executivo que do dia
para a noite, sem qualquer razão, é transformado em celebridade. Logo os
paparazzi começam a seguir cada movimento seu e como Leopoldo não esta
acostumado a ser o centro das atenções, ele descobre o alto preço da fama.
Enquanto
isso, Antonio (Alessandro Tiberi) chega de províncias próximas à Roma na
esperança de impressionar seus parentes ricos com sua nova esposa Milly
(Alessandra Mastronardi) para que ele possa obter um trabalho na grande cidade.
Atraves de mal-entendido e cômico acontecimento o jovem casal se desencontra e
Antonio acaba apresentando uma estranha como sua esposa (Penepole Cruz), enquanto
Milly é envolvida pelo legendário astro de cinema italiano Luca Salta (Antonio
Albanese).
COMENTARIO: A comédia fragmentada
em diversas histórias paralelas onde todos os personagens tem o intelecto de
Woody Allen. Isto é nos papeis extravagantes dos atores, no texto "neurótico" e nas reflexões própria do
roterista.
Neste filme, Allen quer ser mesmo um italiano, deixando de lado a
tradicional abertura com jazz e trocar por a clássica canção "Nel blu
dipinto di blu (Volare)", fazendo o espectador entrar totalmente no clima
do país e sua capital.
A
espanhola Penélope Cruz tem uma participação deliciosa como Anna, e o iraniano
Darius Khondji consegue fotografar as belezas da cidade eterna.
Para quem espera ver um filme na altura de Match Point ou Meia Noite em Paris pode sair desiludido porem não deixa de ser uma comedia brilhante, superior a boa parte das comédias que chegaram aos cinemas nos últimos tempos.
Para quem espera ver um filme na altura de Match Point ou Meia Noite em Paris pode sair desiludido porem não deixa de ser uma comedia brilhante, superior a boa parte das comédias que chegaram aos cinemas nos últimos tempos.
Enfim, 102 minutos de diversão.
Nota: 8
METODO PERIGOSO - UM - DVD
UM METODO PERIGOSO (A Dangerous Method)
Drama, Suspense / 99 min. / Reino Unido, Alemanha, Canadá, Suiça / 2011
Direção: David Cronenberg
Roteiro: Christopher Hampton e John Kerr
Produção: Martin Katz, Marco Mehlitz
Música: Howard Shore
Fotografia: Peter Suschitzky
Direção de Arte: James McAteer
Figurino: Denise Cronenberg
Edição: Ronald Sanders
Elenco: Keira Knightley (Sabina Spielrein); Michael Fassbender (Carl Jung); Viggo Mortensen (Sigmund Freud); Vincent Cassel (Otto Gross); Sarah Gadon (Emma Jung).
SINOPSE: O fascinante diretor David Cronenberg (Senhores do Crime) revela um episódio pouco conhecido mas muito marcante na vida dos dois mais importantes psicólogos de todos os tempos. O jovem psicanalista Carl Jung (Michael Fassbender) começa um tratamento inovador na histérica Sabina Spielrein (Keira Knigthley) sob orientação de seu mestre, Sigmund Freud (Viggo Mortensen). Disposto a penetrar mais afundo nos mistérios da mente humana, Jung verá algumas de suas ideias se chocarem com as teorias de Freud ao mesmo tempo em que se entrega a um romance alucinante e perigoso com a bela Sabina.
COMENTARIO: O livro “A Most Dangerous Method”, de John Kerr, e a peça “The Talking Cure”, de Christopher Hampton, servem de base para o roteiro.
Nele, o jovem suíço Carl Jung (Michael Fassbender) começa a colocar em prática a psicanálise que o austríaco Freud (Viggo Mortensen) havia formulado em teoria que o desejo sexual é o motor do comportamento humano, é comprovada por Jung em uma das suas primeiras pacientes: a judia russa Sabina Spielrein (Keira Knightley).
Numa narrativa com muitos simbolismos em diversas cenas importantes, e para tirar uma conclusão delas, exige ver o filme possivelmente mais de uma vez.
O ator alemão em ascensão Michael Fassbender que já apareceu em vários filmes (“Sem Saída”, “Bastardos Ingloriosos”, no épico “Centurião”, só agora neste “Um Método Perigoso” e no polemico “Shame”, de Steve McQueen, ficou com papeis de maior visibilidade.
Viggo Mortensen, no papel de Freud, ótimo porem em segundo plano devido a pouca participação do personagem Freud no filme. Com uma boa fotografia e com paisagens de Zurich na Suíça, o filme dirigido pelo David Cronenberg, foi exibido em primeira mão no Festival de Veneza de 2011 e conquistou uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante para Mortensen.
Nota: 8
Direção: David Cronenberg
Roteiro: Christopher Hampton e John Kerr
Produção: Martin Katz, Marco Mehlitz
Música: Howard Shore
Fotografia: Peter Suschitzky
Direção de Arte: James McAteer
Figurino: Denise Cronenberg
Edição: Ronald Sanders
Elenco: Keira Knightley (Sabina Spielrein); Michael Fassbender (Carl Jung); Viggo Mortensen (Sigmund Freud); Vincent Cassel (Otto Gross); Sarah Gadon (Emma Jung).
SINOPSE: O fascinante diretor David Cronenberg (Senhores do Crime) revela um episódio pouco conhecido mas muito marcante na vida dos dois mais importantes psicólogos de todos os tempos. O jovem psicanalista Carl Jung (Michael Fassbender) começa um tratamento inovador na histérica Sabina Spielrein (Keira Knigthley) sob orientação de seu mestre, Sigmund Freud (Viggo Mortensen). Disposto a penetrar mais afundo nos mistérios da mente humana, Jung verá algumas de suas ideias se chocarem com as teorias de Freud ao mesmo tempo em que se entrega a um romance alucinante e perigoso com a bela Sabina.
COMENTARIO: O livro “A Most Dangerous Method”, de John Kerr, e a peça “The Talking Cure”, de Christopher Hampton, servem de base para o roteiro.
Nele, o jovem suíço Carl Jung (Michael Fassbender) começa a colocar em prática a psicanálise que o austríaco Freud (Viggo Mortensen) havia formulado em teoria que o desejo sexual é o motor do comportamento humano, é comprovada por Jung em uma das suas primeiras pacientes: a judia russa Sabina Spielrein (Keira Knightley).
Numa narrativa com muitos simbolismos em diversas cenas importantes, e para tirar uma conclusão delas, exige ver o filme possivelmente mais de uma vez.
O ator alemão em ascensão Michael Fassbender que já apareceu em vários filmes (“Sem Saída”, “Bastardos Ingloriosos”, no épico “Centurião”, só agora neste “Um Método Perigoso” e no polemico “Shame”, de Steve McQueen, ficou com papeis de maior visibilidade.
Viggo Mortensen, no papel de Freud, ótimo porem em segundo plano devido a pouca participação do personagem Freud no filme. Com uma boa fotografia e com paisagens de Zurich na Suíça, o filme dirigido pelo David Cronenberg, foi exibido em primeira mão no Festival de Veneza de 2011 e conquistou uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante para Mortensen.
Nota: 8
domingo, 10 de junho de 2012
DUBLÊ DO DIABO - O - DVD
Biografia/Drama
/ 109 min / Bélgica/Holanda / 2011
Direção: Lee Tamahori
Roteiro: Michael Thomas, Latif Yahia (livro)
Produção: Paul Breuls, Michael John Fedun, Emjay Rechsteiner, Catherine Vandeeleene
Musica: Christian Henson
Fotografia: Sam McCurdy
Musica: Christian Henson
Fotografia: Sam McCurdy
Desenho de Produção: Paul Kirby
Direção de Arte: Jan Sewel
Figurino: Anna B. Sheppard
Edição: Luis Carballar
Elenco: Dominic Cooper (Uday Hussein / Latif Yahia); Ludivine Sagnier (Sarrab); Raad Rawi (Munem); Philip Quast (Saddam Hussein / Faoaz); Mimoun Oaïssa (Ali); Khalid Laith (Yassem Al-Helou); Dar Salim (Azzam).
SINOPSE: Durante a adolescência, Uday, primogênito do ditador iraquiano Saddam Hussein, estudava com um colega de escola parecido com ele, Latif Yahia.
Baseado na história verídica de um tenente do Exército iraquiano Latif, que foi obrigado a viver como sósia do notório filho psicótico mais velho de Saddan.
Elenco: Dominic Cooper (Uday Hussein / Latif Yahia); Ludivine Sagnier (Sarrab); Raad Rawi (Munem); Philip Quast (Saddam Hussein / Faoaz); Mimoun Oaïssa (Ali); Khalid Laith (Yassem Al-Helou); Dar Salim (Azzam).
SINOPSE: Durante a adolescência, Uday, primogênito do ditador iraquiano Saddam Hussein, estudava com um colega de escola parecido com ele, Latif Yahia.
Baseado na história verídica de um tenente do Exército iraquiano Latif, que foi obrigado a viver como sósia do notório filho psicótico mais velho de Saddan.
COMENTARIO: Dominic Cooper
interpreta otimamente os papeis do Uday como os de Latif. Dois personagens
idênticos fisicamente lado-a-lado, com personalidades completamente diferentes.
O
ponto alto do filme é a direção enérgica de Lee Tamahori, que não deixa o ritmo
diminuir em momento algum. Para isto ele tem que recorrer alguns banhos de sangue
e mostrar os idealismos de tiranos.
Um
momento muito especial é onde Latif imita Uday confundindo ate os espectadores.
O
ponte fraco é o excesso dos momentos sangrentos e a fuga e retorno de Latif,
cansando um pouco o espectador. O filme poderia ter bem menos que 109 minutos
de duração.
Nota: 7
sexta-feira, 8 de junho de 2012
SETE DIAS COM MARILYN
SETE DIAS COM MARILYN (My Week with Marilyn)
Direção: Simon Curtis
Roteiro: Adrian Hodges e Colin Clark baseado nos libros “My week with Marilyn” e “The prince, the showgirl and me”, de Colin Clark.
Produção: David Parfitt; Harvey Weinstein
Musica: Conrad Pope
Fotografia: Ben Smithard
Desenho de Produção: Donal Woods
Figurino: Jill Taylor.
Edição: Adam Recht,
Elenco: Michelle Williams (Marilyn Monroe), Kenneth Branagh (Sir Laurence Olivier), Eddie Redmayne (Colin Clark), Judi Dench (Dame Sybil Thorndike), Emma Watson (Lucy), Dominic Cooper (Milton Greene), Toby Jones (Arthur Jacobs), Derek Jacobi (Sir Owen Morshead), Dougray Scott (Arthur Miller), Julia Ormond (Vivien Leigh).
SINOPSE: A musa Marilyn Monroe (Michelle Williams) está em Londres pela primeira vez para filmar “O príncipe encantado”. Colin Clark (Eddie Redmayne), o jovem assistente do prestigiado cineasta e ator Laurence Olivier (Kenneth Branagh), sonha apenas em se tornar um diretor de cinema, mas logo viverá um romance com a mulher mais sexy do mundo. O que começa como uma aventura amorosa mudará a vida do ainda inocente Colin e revelará uma das várias facetas de um dos maiores mitos do século XX.
COMENTARIO: O filme é baseado nos livros “The Prince, The Showgirl and Me” e “My Week with Marilyn”, que relatam as memórias de Colin daqueles dias em que participou das filmagens de “O Príncipe Encantado” (The Prince and the Showgirl, 1957) ao lado da diva loira e do Orson Wells no papel de gala.
“Sete Dias com Marilyn” deu merecidamente a Michelle Williams o Globo de Ouro de Melhor Atriz. Ela surpreende no papel interpretando com êxito uma mulher linda e sensual, insegura e volátil, melancólica e carente de amizade e amor sincero, demonstrando sofrimentos pelo excesso de atenção, e por um distúrbio psiquiátrico originados por problemas mal resolvidos com seus pais ausentes.
Mesmo com o perfeito magnetismo entre Michele e Eddie Redmayne, que não ficou ofuscado pela personagem da diva, o longa foi muito bem dirigido pelo Simon Curtis, mas o filme possui uma trama pobre, tornado o filme pequeno.
Nota: 7,5
Direção: Simon Curtis
Roteiro: Adrian Hodges e Colin Clark baseado nos libros “My week with Marilyn” e “The prince, the showgirl and me”, de Colin Clark.
Produção: David Parfitt; Harvey Weinstein
Musica: Conrad Pope
Fotografia: Ben Smithard
Desenho de Produção: Donal Woods
Figurino: Jill Taylor.
Edição: Adam Recht,
Elenco: Michelle Williams (Marilyn Monroe), Kenneth Branagh (Sir Laurence Olivier), Eddie Redmayne (Colin Clark), Judi Dench (Dame Sybil Thorndike), Emma Watson (Lucy), Dominic Cooper (Milton Greene), Toby Jones (Arthur Jacobs), Derek Jacobi (Sir Owen Morshead), Dougray Scott (Arthur Miller), Julia Ormond (Vivien Leigh).
SINOPSE: A musa Marilyn Monroe (Michelle Williams) está em Londres pela primeira vez para filmar “O príncipe encantado”. Colin Clark (Eddie Redmayne), o jovem assistente do prestigiado cineasta e ator Laurence Olivier (Kenneth Branagh), sonha apenas em se tornar um diretor de cinema, mas logo viverá um romance com a mulher mais sexy do mundo. O que começa como uma aventura amorosa mudará a vida do ainda inocente Colin e revelará uma das várias facetas de um dos maiores mitos do século XX.
COMENTARIO: O filme é baseado nos livros “The Prince, The Showgirl and Me” e “My Week with Marilyn”, que relatam as memórias de Colin daqueles dias em que participou das filmagens de “O Príncipe Encantado” (The Prince and the Showgirl, 1957) ao lado da diva loira e do Orson Wells no papel de gala.
“Sete Dias com Marilyn” deu merecidamente a Michelle Williams o Globo de Ouro de Melhor Atriz. Ela surpreende no papel interpretando com êxito uma mulher linda e sensual, insegura e volátil, melancólica e carente de amizade e amor sincero, demonstrando sofrimentos pelo excesso de atenção, e por um distúrbio psiquiátrico originados por problemas mal resolvidos com seus pais ausentes.
Mesmo com o perfeito magnetismo entre Michele e Eddie Redmayne, que não ficou ofuscado pela personagem da diva, o longa foi muito bem dirigido pelo Simon Curtis, mas o filme possui uma trama pobre, tornado o filme pequeno.
Nota: 7,5
sábado, 19 de maio de 2012
COMO AGUA – Anderson Silva - DVD
COMO AGUA – Anderson Silva (Anderson Silva: Like Water)Documentário / 76 min. / EUA / 2011
Direção: Pablo Croce
Roteiro: Alec Puro /Documentário
Produção: Jared Freedman
Música: Raphaela Lima
Fotografia: Pablo Croce, Jeff Bollman, Haven Lamoureaux
Edição: Andy Grieve
Elenco: Anderson Silva; Bruce Lee; Shannon Lee; Steven Seagal; Toda a família Silva; Rodrigo e Rogerio Nogueira, Lyoto Machida, Chael Sonnen, Rickson Grace, Dana White
SINOPSE: O pano de fundo deste lançamento é o UFC 117, o maior evento de artes marciais mistas (jiu-jitsu/boxe/westling/muay-thai) que teve o campeão dos médios, Anderson, sendo desafiado pelo falastrão Chael Sonnen, dos Estados Unidos. Poderia ser apenas mais uma luta, mas com uma lesão do brasileiro e o doping do rival, além da própria dificuldade do paulista para vencer, tornaram o combate inesquecível.
COMENTARIO: O título é inspirado numa citação famosa de Bruce Lee, ídolo de Anderson Silva, de que um artista marcial deve ser "como água”, isto é sem forma e facilmente adaptável a qualquer ambiente. Este documentário é do norte-americano criado na Venezuela, Pablo Croce. Em 1h15m de filme, ele acompanha a preparação e grande parte do trecho inicial do documentário acaba focando apenas nos treinos, o que se torna maçante, até por falhas técnicas. Erros no texto e a falta de legendas em algumas frases quase inaudíveis do lutador prejudicam o entendimento do espectador. O filme, que recebeu prêmio no Tribeca Film Festival, faz lembrar o duelo entre Muhammad Ali e George Foreman, em 1974. Assim como a luta vencida por Ali, o duelo entre Anderson Silva e Chael Sonnen, Um filme fraco, mesmo para os amantes de UFC.
Nota: 4
PLANO DE FUGA
PLANO DE FUGA (Get the Gringo)
Ação, Drama / 95 min. / EUA / 2012
Direção: Adrian Grunberg
Roteiro: Mel Gibson e Adrian Grunberg
Produção: Bruce Davey, Mel Gibson
Música: Antonio Pinto
Fotografia: Benoît Debie Edição:
Elenco: Mel Gibson (Gringo); Peter Stormare (Frank); Dean Norris (Bill); Bob Gunton (Mr. Kaufmann); Kevin Hernandez (garoto); Stephanie Lemelin (Frank\'s Lawyer\'s Secretary); Scott Cohen (Frank\'s Lawyer); Patrick Bauchau (Surgeon); Aaron Cohen (Hitman); Jesús Ochoa (Caracas). Daniel Giménez Cacho (Javi)
SINOPSE: Capturado pela polícia do México quando fugia da policia americana na fronteira, o criminoso (Mel Gibson), é obrigado a cruzar a fronteira do México. La ele é jogado em uma das prisões mais violentas do mundo controlada por bandidos e policiais corruptos. A prisão é uma espécie de favela murada, onde os bandidos andam livremente e fazem negócios. Por mais estranho que possa parecer, mães presas vivem ali com seus filhos pequenos, enquanto cumprem pena. Para sobreviver dentro da cadeia e planejar sua fuga, O Gringo receberá a ajuda de um garoto de nove anos que lhe passará informações vitais para a sua sobrevivência.
COMENTARIO: O Longo foi rodado a maior parte na cidade de Veracruz, no México pelo diretor estreante argentino radicado no México Adrian Grunberg, A falta de experiência aparece em alguns momentos, mas não compromete. O roteiro com um final previsível tem um bom desenvolvimento e mostra toa da corrupção na policia de fronteira americana, mexicana e carcerária A narrativa pelo próprio criminoso (Mel Gibson) é o destaque da longa.
Depois de quatro filmes "Máquina Mortífera" (1987, 1989, 1992 e 1998), Mel Gibson tenta resgatar o que ficou na memória dos fãs da franquia com um novo filme de ação, só que, desta vez, atuando do lado oposto da lei. Depois de alguns problemas na sua vida pessoal, Mel Gibson (Um Novo Despertar) tenta refazer sua Carrera em Hollywood com um filme de ação com grande carga cômica. No filme Plano de Fuga ele demonstra que ainda agüenta estrelar num filme de ação, correndo, atirando e mantendo a pose aos 56 anos.
Nota: 6,5
Ação, Drama / 95 min. / EUA / 2012
Direção: Adrian Grunberg
Roteiro: Mel Gibson e Adrian Grunberg
Produção: Bruce Davey, Mel Gibson
Música: Antonio Pinto
Fotografia: Benoît Debie Edição:
Elenco: Mel Gibson (Gringo); Peter Stormare (Frank); Dean Norris (Bill); Bob Gunton (Mr. Kaufmann); Kevin Hernandez (garoto); Stephanie Lemelin (Frank\'s Lawyer\'s Secretary); Scott Cohen (Frank\'s Lawyer); Patrick Bauchau (Surgeon); Aaron Cohen (Hitman); Jesús Ochoa (Caracas). Daniel Giménez Cacho (Javi)
SINOPSE: Capturado pela polícia do México quando fugia da policia americana na fronteira, o criminoso (Mel Gibson), é obrigado a cruzar a fronteira do México. La ele é jogado em uma das prisões mais violentas do mundo controlada por bandidos e policiais corruptos. A prisão é uma espécie de favela murada, onde os bandidos andam livremente e fazem negócios. Por mais estranho que possa parecer, mães presas vivem ali com seus filhos pequenos, enquanto cumprem pena. Para sobreviver dentro da cadeia e planejar sua fuga, O Gringo receberá a ajuda de um garoto de nove anos que lhe passará informações vitais para a sua sobrevivência.
COMENTARIO: O Longo foi rodado a maior parte na cidade de Veracruz, no México pelo diretor estreante argentino radicado no México Adrian Grunberg, A falta de experiência aparece em alguns momentos, mas não compromete. O roteiro com um final previsível tem um bom desenvolvimento e mostra toa da corrupção na policia de fronteira americana, mexicana e carcerária A narrativa pelo próprio criminoso (Mel Gibson) é o destaque da longa.
Depois de quatro filmes "Máquina Mortífera" (1987, 1989, 1992 e 1998), Mel Gibson tenta resgatar o que ficou na memória dos fãs da franquia com um novo filme de ação, só que, desta vez, atuando do lado oposto da lei. Depois de alguns problemas na sua vida pessoal, Mel Gibson (Um Novo Despertar) tenta refazer sua Carrera em Hollywood com um filme de ação com grande carga cômica. No filme Plano de Fuga ele demonstra que ainda agüenta estrelar num filme de ação, correndo, atirando e mantendo a pose aos 56 anos.
Nota: 6,5
segunda-feira, 14 de maio de 2012
MEU PAIS - DVD

MEU PAÍS
Drama / 90 min. / Brasil / 2010
Direção: André Ristum
Roteiro: Andre Ristum, Octavio Scopellitti, Marco Dutra
Roteiro: Andre Ristum, Octavio Scopellitti, Marco Dutra
Produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane,
Débora Ivanov, Gabriel Lacerda, Andre Ristum
Música: Patrick de Jongh
Fotografia: Hélcio Negamine
Fotografia: Hélcio Negamine
Direção de Arte: Guta
Carvalho
Figurino: Andre Simonetti
Edição: Paulo Sacramento
Elenco: Rodrigo Santoro
(Marcos); Cauã Reymond (Thiago); Debora Falabella (Manuela);
Anita
Capriol (Giulia); Paulo José (Armando); Eduardo SDemerjian (Dr Osvaldo); Nicola
Siri (Giovanni); Luciano Chirolli (Moreira); Stephanie de Jongh (Joana).
SINOPSE: Após anos vivendo na
Europa, Marcos (Rodrigo Santoro) um executivo bem-sucedido retorna ao Brasil
para reencontrar o pai Armando (Paulo José) que sofre um derrame. Marcos reencontra
seu irmão mais novo, Tiago (Cauã Reymond), que vive uma vida de playboy e não
tem vocação para os negócios. O conflito aumenta entre os irmãos quando eles
descobrem que possuem uma meia-irmã, Manuela (Débora Falabella), que é
deficiente intelectual. Manuela é a filha que Armando sempre manteve escondida
da família.
COMENTARIO: A narrativa prende a atenção
do espectador desde o inicio do filme, incentivando a curiosidade de algumas cenas
na abertura da historia.
O
diretor nos alimenta com algumas informações incitando ao publico sobre o possível
desfecho.
O
tema do distúrbio mental, que já foi mostrado em diversos filmes, esta vez é
feito na perspectiva de forma de acolhimento.
Santoro
e Reymond muito bem em seus papéis, mas é Débora Falabella quem cativa num
desempenho afetuoso.
Nota: 7
sexta-feira, 27 de abril de 2012
PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN - DVD
PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN (We Need To Talk About Kevin)
Drama / 110 min. / Reino Unido/ EUA / 2011
Direção: Lynne Ramsay
Roteiro: Lynne Ramsay, Rory Kinnear
Produção: Jennifer Fox, Luc Roeg, Robert Salerno
Música: Jonny Greenwood
Fotografia: Seamus McGarvey
Direção de Arte: Judy Becke
Figurino: Catherine George
Edição: Joe Bini
Elenco: Tilda Swinton (Eva Khatchadourian), Ezra Miller (Kevin, Teenager), John C. Reilly (Franklin), Siobhan Fallon (Wanda), Ursula Parker (Lucy), Jasper Newell (Kevin, 6-8 Years), Rock Duer (Kevin, Toddler), Ashley Gerasimovich (Celia), Erin Maya Darke (Assistant Rose), Lauren Fox (Dr. Goldblatt)
SINOPSE: Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer
COMENTARIO: Dylan Klebold e Eric Harris, garotos de 17 e 18 anos, que se suicidaram depois de matar 12 colegas e um professor em sua escola, no Colorado em 1999.
A escritora Lionel Shriver, estudou dezenas de casos e usou essas historias para criar a personagem Eva, uma mulher de aproximadamente 40 anos, que reexamina a sua trajetória em busca dos motivos que podem ter transformado seu filho, Kevin, num assassino.
O livro “Precisamos falar sobre Kevin” foi premiado com o Orange Prize em 2005, e foi adaptado para o cinema. Nele nos mostra que não há nada mais terno e humano que o amor de uma mãe pelo seu filho e não há nada mais duro e selvagem, um filho que rechaça, humilha e faz sofrer intencionalmente a sua mãe. Isto é o que consegue fazer com crueldade o pequeno Kevin.
A narração nos chega fragmentada a partir de imagens de uma Eva que lembra e trata de averiguar a razão de tanto ódio, enquanto que o espectador sente um drama sangrento e trágico. Importante é a cuidadosa fotografia de luzes brancas que mostram a frieza e o vermelho anuncia a dor no inicio do filme. Mas nada disso teria efeito sem o acompanhamento das convincentes interpretações de Tilda Swinton e Ezra Miller, sem desmerecer John C. Reilly e as crianças que dão vida a infância e juventude de Kevin.
Nota: 6,5
Drama / 110 min. / Reino Unido/ EUA / 2011
Direção: Lynne Ramsay
Roteiro: Lynne Ramsay, Rory Kinnear
Produção: Jennifer Fox, Luc Roeg, Robert Salerno
Música: Jonny Greenwood
Fotografia: Seamus McGarvey
Direção de Arte: Judy Becke
Figurino: Catherine George
Edição: Joe Bini
Elenco: Tilda Swinton (Eva Khatchadourian), Ezra Miller (Kevin, Teenager), John C. Reilly (Franklin), Siobhan Fallon (Wanda), Ursula Parker (Lucy), Jasper Newell (Kevin, 6-8 Years), Rock Duer (Kevin, Toddler), Ashley Gerasimovich (Celia), Erin Maya Darke (Assistant Rose), Lauren Fox (Dr. Goldblatt)
SINOPSE: Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer
COMENTARIO: Dylan Klebold e Eric Harris, garotos de 17 e 18 anos, que se suicidaram depois de matar 12 colegas e um professor em sua escola, no Colorado em 1999.
A escritora Lionel Shriver, estudou dezenas de casos e usou essas historias para criar a personagem Eva, uma mulher de aproximadamente 40 anos, que reexamina a sua trajetória em busca dos motivos que podem ter transformado seu filho, Kevin, num assassino.
O livro “Precisamos falar sobre Kevin” foi premiado com o Orange Prize em 2005, e foi adaptado para o cinema. Nele nos mostra que não há nada mais terno e humano que o amor de uma mãe pelo seu filho e não há nada mais duro e selvagem, um filho que rechaça, humilha e faz sofrer intencionalmente a sua mãe. Isto é o que consegue fazer com crueldade o pequeno Kevin.
A narração nos chega fragmentada a partir de imagens de uma Eva que lembra e trata de averiguar a razão de tanto ódio, enquanto que o espectador sente um drama sangrento e trágico. Importante é a cuidadosa fotografia de luzes brancas que mostram a frieza e o vermelho anuncia a dor no inicio do filme. Mas nada disso teria efeito sem o acompanhamento das convincentes interpretações de Tilda Swinton e Ezra Miller, sem desmerecer John C. Reilly e as crianças que dão vida a infância e juventude de Kevin.
Nota: 6,5
quinta-feira, 26 de abril de 2012
2 COELHOS - DVD
2 COELHOS
Drama / 104 min. / BRA / 2011
Direção: Afonso Poyart
Roteiro: Afonso Poyart
Produção: Afonso e Andre Poyart
Música: Andre Abujambra e Marcio Nicro
Fotografia: Carlos Zaladik
Direção de Arte: Virginia Recco
Figurino: Carolina Sudati
Edição: Andre Toledo, Lucas Gonzaga e Afonso Poyart
Efeitos Especiais: Sergio Farjalia
Elenco: Alessandra Negrini (Julia), Caco Ciocler (Walter), Fernando Alves Pinto (Edgar), Thaide, Aldine Muller, Marat Descartes (Maicom)
SINOPSE: Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida em que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado
COMENTARIO: Um filme muito bem elaborado do ponto de vista técnico com um roteiro instigante e um bom elenco. O diretor soube equilibrar os momentos de pirotecnia com o trabalho de Alessandra Negrini (Julia), Caco Ciocler (Walter), Marat Descartes (Maicon) e o protagonista, Fernando Alves Pinto.
Um destaque para Lucas Gonzaga, Afonso Poyart e André Toledo, os três responsáveis pela montagem do filme que fazem este longa ser divertido e diferente com uma linguagem que renovam as produções nacionais. Mesmo já vistos em outros filmes hollywoodianos, é interessante a apresentação dos personagens envolvidos na trama. Os efeitos especiais e a edição de som também dão o impacto certo ao filme. Enfim, um bom filme de ação, com pitadas de suspense, romance, alem de falar sobre a importância da morte nesta vida. Eu me diverti porque assisti em idioma brasileiro com legenda em inglês
Nota: 7,5
Drama / 104 min. / BRA / 2011
Direção: Afonso Poyart
Roteiro: Afonso Poyart
Produção: Afonso e Andre Poyart
Música: Andre Abujambra e Marcio Nicro
Fotografia: Carlos Zaladik
Direção de Arte: Virginia Recco
Figurino: Carolina Sudati
Edição: Andre Toledo, Lucas Gonzaga e Afonso Poyart
Efeitos Especiais: Sergio Farjalia
Elenco: Alessandra Negrini (Julia), Caco Ciocler (Walter), Fernando Alves Pinto (Edgar), Thaide, Aldine Muller, Marat Descartes (Maicom)
SINOPSE: Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida em que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado
COMENTARIO: Um filme muito bem elaborado do ponto de vista técnico com um roteiro instigante e um bom elenco. O diretor soube equilibrar os momentos de pirotecnia com o trabalho de Alessandra Negrini (Julia), Caco Ciocler (Walter), Marat Descartes (Maicon) e o protagonista, Fernando Alves Pinto.
Um destaque para Lucas Gonzaga, Afonso Poyart e André Toledo, os três responsáveis pela montagem do filme que fazem este longa ser divertido e diferente com uma linguagem que renovam as produções nacionais. Mesmo já vistos em outros filmes hollywoodianos, é interessante a apresentação dos personagens envolvidos na trama. Os efeitos especiais e a edição de som também dão o impacto certo ao filme. Enfim, um bom filme de ação, com pitadas de suspense, romance, alem de falar sobre a importância da morte nesta vida. Eu me diverti porque assisti em idioma brasileiro com legenda em inglês
Nota: 7,5
sábado, 21 de abril de 2012
O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS - DVD
O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (Tinker Tailor Soldier Spy)
Suspense / 127 min / França / Reino Unido / Alemanha / 2011
Direção: Tomas Alfredson
Roteiro: Bridget O´Connor, Peter Straughan baseado no livro de John Le Carré
Produção: Tim Bevan, Eric Fellner e Robyn Slovo
Música: Alberto Iglesias
Fotografia: Hoyte van Hoytema
Direção de Arte: Maria Djurkovic
Figurino: Jacqueline Durran
Edição: Dino Jonsäter
Elenco: Mark Strong (Jim Prideaux); John Hurt (Control); Zoltán Mucsi (Magyar); Péter Kálloy Molnár (Hungarian Waiter); Ilona Kassai (Woman in Window); Imre Csuja (KGB Agent); Gary Oldman (George Smiley); Toby Jones (Percy Alleline); David Dencik (Toby Esterhase); Colin Firth (Bill Haydon), Tom Hardy (Ricki Tarr), Benedict Cumberbatch (Peter Guillam), Stephen Graham (Jerry Westerby), Ciarán Hinds (Roy Bland).
SINOPSE: Anos de 1970, em plena era da Guerra Fria. É nesse cenário que o fracasso numa missão na Hungria desencadeia uma série de mudanças na cúpula do comando dos serviços de inteligência britânicos. Um que perde suas funções é o agente George Smiley (Gary Oldman). Mas quando ele já está se acostumando à idéia de aposentadoria, eis que é chamado para liderar uma missão especial. Há suspeitas de que existe alguém infiltrado nas altas instâncias do serviço secreto e somente uma pessoa de fora pode descobrir. Contando com a ajuda de outros agentes afastados, Smiley passa a obter informações e deve ir juntando as peças que levem ao traidor. No caminho, no entanto, ele irá se deparar com histórias de traição, ambição e mentiras. George precisa indicar o espião e não pode errar
COMENTARIO: Ponto alto do filme é o roteiro inteligente e complexo, sem cenas de perseguição, lutas e explosões que nomalmente vistos nos filmes do gênero espionagem da saga 007 com Pierce Brosnan, Sean Connery ou Daniel Craig ou com Tom Cruise nas séries Missão Impossível. Este é uma verdadeira batalha entre agentes de inteligência.
No inicio se demora para comprender o momento real com os diversos flash-back mostrados ora durante a narração ora durate as lembraças dos personagens.
Esta não-linearidade e a subjetividade do roteiro complexo com algumas cenas, sem explicação, exigem do espectador boa percepção e requerem máxima atenção. Um cochilo ou uma legenda não lida pode perder-se o fio da meada.
Gary Oldman da um show e o resto do elenco não decepciona.
Uma boa trilha sonora composta por Alberto Iglesias e um ótimo trabalho de fotografia de Tomas Alfredson com Hoyte van Hoytema nas cidades da Europa oriental como nos interiores lúgubres das diferentes moradias e fechada do Circus, passando pelas escrivaninhas das secretárias, escadas abaixo, até o velho porteiro diante da catraca do prédio. e os quadros de vitrines e janelas,
Os óculos George Smiley trocados no início do filme possivelmente para enxergar o novo mundo que começa e que não tira nem para nadar.
Enfim, um ótimo filme
Nota 9
Suspense / 127 min / França / Reino Unido / Alemanha / 2011
Direção: Tomas Alfredson
Roteiro: Bridget O´Connor, Peter Straughan baseado no livro de John Le Carré
Produção: Tim Bevan, Eric Fellner e Robyn Slovo
Música: Alberto Iglesias
Fotografia: Hoyte van Hoytema
Direção de Arte: Maria Djurkovic
Figurino: Jacqueline Durran
Edição: Dino Jonsäter
Elenco: Mark Strong (Jim Prideaux); John Hurt (Control); Zoltán Mucsi (Magyar); Péter Kálloy Molnár (Hungarian Waiter); Ilona Kassai (Woman in Window); Imre Csuja (KGB Agent); Gary Oldman (George Smiley); Toby Jones (Percy Alleline); David Dencik (Toby Esterhase); Colin Firth (Bill Haydon), Tom Hardy (Ricki Tarr), Benedict Cumberbatch (Peter Guillam), Stephen Graham (Jerry Westerby), Ciarán Hinds (Roy Bland).
SINOPSE: Anos de 1970, em plena era da Guerra Fria. É nesse cenário que o fracasso numa missão na Hungria desencadeia uma série de mudanças na cúpula do comando dos serviços de inteligência britânicos. Um que perde suas funções é o agente George Smiley (Gary Oldman). Mas quando ele já está se acostumando à idéia de aposentadoria, eis que é chamado para liderar uma missão especial. Há suspeitas de que existe alguém infiltrado nas altas instâncias do serviço secreto e somente uma pessoa de fora pode descobrir. Contando com a ajuda de outros agentes afastados, Smiley passa a obter informações e deve ir juntando as peças que levem ao traidor. No caminho, no entanto, ele irá se deparar com histórias de traição, ambição e mentiras. George precisa indicar o espião e não pode errar
COMENTARIO: Ponto alto do filme é o roteiro inteligente e complexo, sem cenas de perseguição, lutas e explosões que nomalmente vistos nos filmes do gênero espionagem da saga 007 com Pierce Brosnan, Sean Connery ou Daniel Craig ou com Tom Cruise nas séries Missão Impossível. Este é uma verdadeira batalha entre agentes de inteligência.
Enfim, um ótimo filme
Nota 9
BASTIDORES DE UM CASAMENTO - DVD
BASTIDORES
DE UM CASAMENTO (Another Happy Day)
Drama
/ 119 min. / EUA / 2011
Direção: Sam Levinson
Roteiro: Sam Levinson
Roteiro: Sam Levinson
Produção: Caroline Kaplan, Christo Dimassis, Cynthia
Coury, Elana Krausz, Ellen Barkin, Michael Nardelli, Salli Newman
Música: Olafur Arnalds
Fotografia: Ivan Strasburg.
Música: Olafur Arnalds
Fotografia: Ivan Strasburg.
Direção de Arte: Michael Grasley
Figurino: Stacey Battat
Edição: Ray Hubley
Elenco: Ellen Barkin (Lynn); Ezra Miller (Elliot); Kate Bosworth (Alice); Demi Moore; Thomas Haden; Church (Paul); George Kennedy; Ellen Burstyn (Doris); Michael Nardelli (Dylan); Daniel Yelsky (Ben); Jeffrey DeMunn; Siobhan Fallon (Bonnie); Robert Herrick (Rob); Lauren Maddox (Allison); Patrick McDade (Padre O'Grady); Laura Coover (Heather).
Elenco: Ellen Barkin (Lynn); Ezra Miller (Elliot); Kate Bosworth (Alice); Demi Moore; Thomas Haden; Church (Paul); George Kennedy; Ellen Burstyn (Doris); Michael Nardelli (Dylan); Daniel Yelsky (Ben); Jeffrey DeMunn; Siobhan Fallon (Bonnie); Robert Herrick (Rob); Lauren Maddox (Allison); Patrick McDade (Padre O'Grady); Laura Coover (Heather).
SINOPSE:
A história gira em torno do casamento do filho de Lynn (Ellen Barkin), a quem
ela foi impedida de criar por causa de seu divórcio, e de uma rixa antiga e
ainda forte entre ela e a mulher do seu ex-marido. Por outro lado, os três
filhos que Lynn criou mostram comportamentos perturbadores, entre eles o
consumo de droga; o que a mãe e as irmãs de Lynn acham ridículos e a culpam por
isto. Os outros membros do clã viram críticos para proteger a si próprios ou
magoar os outros.
COMENTARIO:
A personagem Lynn, muito bem interpretada por Ellen Barkin, é quase um pesadelo
tendo que enfrentar o julgamento e a sensação de fracasso na criação seus
quatro filhos com distúrbios de comportamento, os quais ela tenta achar um
motivo para entender se é a culpada. No elenco também estão Ellen Burstyn como
mãe de Lynn, Thomas Haden Churc como o ex-marido e Demi Moore como sua esposa violenta
e descontrolada.
O
diretor e roteirista Sam Levinson, trata o assunto com muito cuidado mostrando que
uma história bem contada pode dar um bom filme.
Insinua
que um velório pode unir a família mais que um casamento e nos mostra personagens
muito problemáticos, com alguns ótimos diálogos e alguns ate chegando a ser meio mórbidos. Faz lembrar os filmes Cenas de um casamento” e “Casamento
de Rachel”.
Enfim,
um belo drama lançado direto em vídeo no Brasil.
Nota:
7,5
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