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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ATAQUE - O

O ATAQUE (White House Down) 
Ação / 131 min / EUA / 2013 

Direção: Roland Emmerich 
Roteiro: James Vanderbilt 
Produção: Brad Fischer, Laeta Kalogridis, Harald Kloser y James Vanderbilt. 
Musica: Harald Kloser y Thomas Wander 
Fotografia: Anna J. Foerster 
Direção de Arte: Kirk M. Petruccelli. 
Figurino: Lisy Christl 
Edição: Adam Wolfe. 
Elenco: Channing Tatum (Cale); Jamie Foxx (President Sawyer); Maggie Gyllenhaal (Finnerty); Jason Clarke (Stenz); Richard Jenkins (Raphelson); Joey King (Emily); James Woods (Walker); Michael Murphy (Vice President Hammond). 
SINOPSE: O policial John Cale (Channing Tatum) acaba de ter o emprego dos sonhos no Serviço Secreto para proteger o presidente James Sawyer (Jamie Foxx) negado. Sem querer decepcionar sua filha com a notícia, ele a leva para fazer um tour pela Casa Branca, quando o local é invadido por um grupo paramilitar armado. Agora, com o governo do país em colapso e o tempo acabando, está nas mãos de Cale salvar o presidente, sua filha e o país. 

COMENTARIO: Um roteiro gasto, com um presidente negro, envolvendo conflito no Oriente Médio para fazer uma trama atual, produzindo ações absurdas e inverossímeis. Na cenas divertidas temos perseguição de carros nos jardins da Casa Branca, o presidente após trocar seus sapatos por tênis atitando com lança-mísseis. Temos como sempre excesso de explosões, pancadarias e falta de inteligência que vira um filme tão absurdo e muito fraco. 

Nota 4

domingo, 15 de setembro de 2013

RUSH – No Limite da Emoção

RUSH – No Limite da Emoção (Rush)
Ação / 123 min / EUA; Alemanha; Reino Unido / 2013 

Direção: Ron Howard 
Roteiro: Peter Morgan 
Produção: Ron Howard, Brian Oliver, Tobim Armbrust 
Musica: Hans Zimmer 
Fotografia: Anthony Dod Mantle 
Edição: Daniel P Hanley e Mike Colina 
Elenco: Chris Hemsworth (James Hunt); Olivia Wilde (Suzy Miller); Natalie Dormer (Gemma); Daniel Brühl (Niki Lauda); Joséphine de La Baume (Agnes Bonnet); Pierfrancesco Favino (Clay Regazzoni); Rain Elwood (Hunts German Girlfriend); Christian McKay (Alexander Hesketh); Alistair Petrie (Stirling Moss); Cristian Solimeno (Arturo Merzario); Kristofer Dayne (Mario Andretti); Colin Stinton (Teddy Mayer); Hans-Eckart Eckhardt (Grandfather Lauda); Antti Hakala (Hans-Joachim Stuck); Robert Finlay (Gunnar Nilsson); Ingvar Ebba (James Hunt's German Girlfriend); Butchy Davy (John Watson); Cris Penfold (Jochen Mass); Richard Burton (Russell Crowe); James Hunt (O Próprio); Niki Lauda (O Próprio). 
SINOPSE: Rush conta a emocionante história de dois dos maiores rivais dos anos 70, acompanhando a vida deles dentro e fora das pistas. O bonitão playboy, mulherengo e piloto inglês James Hunt (Chris Hemsworth) e seu metódico e brilhante rival austríaco Niki Lauda (Daniel Brühl). A vida paralela de Hunt não impediu que ele se casasse com Suzy Miller (Olivia Wilde), mas a relação ficou abalada quando ela se apaixonou pelo ator Richard Burton (Russell Crowe), amigo do piloto. O filme retrata o trabalho dos dois pilotos enquanto eles se esforçam para atingir a máxima resistência física e psicológica, onde não há atalho para a vitória, nem margem para erros. Se cometer um erro, você morre. 
COMENTARIO: James Simon Wallis Hunt, 29, inglês, tão perigosamente veloz, conquistou o apelido de Hunt, the shunt (pela fama de envolver-se com facilidade com acidentes e mulheres) e Andreas Nikolaus Lauda, 27, apelidado The Rat (O rato, por causa dos dentes), como também o apelido de Computador pela qualidades de calculista, cerebral e perfeccionista. O filme retrata a rivalidade entre os pilotos Niki Lauda (Áustria, Ferrari) e James Hunt (Inglaterra, McLaren), em 1976. O sucesso do documentário Senna ajudou a produção, rodar com extrema perícia técnica em ritmo narrativo mostrando o glamour da Fórmula 1 Hemsworth conseguiu mostrar com exito um James Hunt cheio de vaidades e defeitos sem prejudicar sua imagem frente ao espectadores. 

Daniel Brühl, por sua vez teve que demonstrar seu desconforto que tanto caracterizou Lauda em seu início na Fórmula 1 até atingir seus melhores momentos no filme, no grande clímax da fita, por força do acidente no grande prêmio da Alemanha na temporada de 1976. A Fórmula 1 dos anos 70 era um esporte sem segurança e com aproximadamente duas mortes por temporada onde os pilotos arriscavam suas vidas. No filme são citados outros pilotos como Jochen Mass, Mario Andretti, Ronnie Peterson, Jody Sheckter. Jacques Laffite, Vittorio Brambilla e Emerson Fittipaldi, deixando a McLaren para pilotar a pequena Copersucar. James Hunt substituiu Emerson no time. “Rush – No Limite da Emoção” conta com uma fotografia impecável e com efeitos brilhantes, com uma excelente trilha de Hans Zimmer. Os carros da época foram impecavelmente resgatados e restaurados, inclusive o revolucionario Tyrrel P34 de seis rodas, para serem utilizados nas gravações. Um destaque para o coadjuvante benfeitor de Hunt, Lord Hesketh, interpretado por Christian McKay. Enfim, um ótimo filme para relembrar a maravilhosa década dos 70, anterior a “Era Ayrton Senna” com romances, ação e humor que merece ser visto. 

Nota: 9

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

LUGAR ONDE TUDO TERMINA - O DVD

O LUGAR ONDE TUDO TERMINA (The Place Beyond the Pines)
Policial; Drama / 140 min / EUA / 2012

Direção: Derek Cianfrance
Roteiro: Derek Cianfrance, Bem Coccio, Darius Marder
Produção: Sidney Kimmel
Música: Mike Patton
Fotografia: Sean Bobbitt
Direção de Arte: Indal Weinberg
Figurino: Erin Denach
Edição: Jim Helton & Ron Patane
Elenco: Ryan Gosling (Luke); Eva Mendes (Romina); Anthony Pizza (Baby Jason); Craig Van Hook (Jack); Mahershala Ali (Kofi); Olga Merediz (Malena); Rev. John Facci (Priest); Ben Mendelsohn (Robin); Bradley Cooper (Avery Cross); Rose Byrne (Jennifer); Ray Liotta (Deluca); Dane DeHaan (Jason); Ben Mendelsohn (Robin Van Der Zee); Harris Yulin (Al Cross); Bill Killcullen (Bruce Greenwood).

SINOPSE: Dublê de piloto de moto rouba bancos para manter sua amante e seu filho recém-nascido, o que o coloca em rota de colisão com um ambicioso policial novato, chefiado por um detetive corrupto.
COMENTARIO: É uma história em três atos e estão interligados entre si.

Inicia com a história de Luke, um homem que ganha a vida em um circo dirigindo motocicleta em um globo da morte. Tudo muda quando ele, ao passar por uma pequena cidade do interior de Nova York, reencontra uma mulher (Eva Mendes) com quem havia tido uma rápida relação algum tempo atrás. Ao descobrir que tem um filho com ela, decide mudar de vida. Se demite do circo e resolve permanecer naquela cidade, e sem muita opção lucrativa e dinheiro para bancar os custos do filho, decide assaltar bancos.

O segundo ato é a historia de Avery Cross, um jovem policial é aclamado como um herói e passa a sofrer com a pressão psicológica por causa de uma morte como policial e acompanhado por um sentimento de culpa.

O terceiro ato ocorre após 15 anos e mostra a geração posterior a de Luke e Avery. Cross, que agora ocupa o cargo de promotor público, tenta remediar as ações tomadas de forma equivocada no passado, e lutar contra a corrupção tanto dentro da policia como na politica. Também vemos as ações de ambos os filhos dos protagonistas, Jason filho de Luke e Kofi e o filho de Jack, já em suas fases de adolescência.

Nos 15 minutos finais o diretor pretende virar um filme de muita tensão sem necessidade Além do trabalho brilhante dos atores principais , os coadjuvantes marcam presença de forma eficiente. Enfim, o diretor Derek Cianfrance mostra como num péssimo dia pode gerar uma serie de eventos caóticos e acabar com toda uma vida “correta” e também nos destaca o certo e o errado, a moral e o imoral e a dificuldade na escolha.

Nota 7,5

terça-feira, 10 de setembro de 2013

JOBS

JOBS (Jobs)
Drama / 128 min / EUA / 2013

Direção: Joshua Michael Stern
Roteiro: Aaron Sorkin
Produção: Mark Hulme e Marcos Rodriguez.
Música: Lucas Vidal
Fotografia: Russell Carpenter
Desenho de Produção: Freddy Waff
Figurino: Lisa Jensen
Elenco: Ashton Kutcher (Steve Jobs); Dermot Mulroney (Mike Markkula); Josh Gad (Steve Wozniak); Lukas Haas (Daniel Kottke); Matthew Modine (John Sculley); J.K. Simmons (Arthur Rock); Lesley Ann Warren (Clara Jobs), Ahna O’Reilly, James Woods, Kevin Dunn, Lukas Haas, Brad William Henke, Elden Henson.

SINOPSE: A história da ascensão de Steve Jobs (Ashton Kutcher), de rejeitado no colégio até se tornar um dos mais reverenciados empresários do universo da tecnologia no século 20. A trama passa pela jornada de autodescobrimento da juventude, pelos demônios pessoais que obscureceram sua visão e, finalmente, pelos triunfos que transformaram sua vida adulta.
COMENTARIO: O filme inicia com a época da faculdade de Jobs, caminhando descalço, encarnando a influencia hippie e algumas cenas da sua passagem pela Índia.
Logo passa como empregado na Atari, único trabalho onde foi funcionário e o inicio da sua amizade com Steve Wozniak com quem fundou a Apple e criou os primeiros computadores da empresa. Ashton Kutcher além de sua semelhança física consegue interpretar maravilhosamente a personalidade do Jobs, reproduzir o seu jeito de andar e seus momentos de loucura.
Os coadjuvantes também cumprem perfeitamente seus papeis. O filme de Joshua Michael Stern é bom, porem as duas horas passam a ser um pouco cansativo.

Nota: 6,5

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

CASAMENTO DO ANO - O

O CASAMENTO DO ANO (The Big Wedding) 
Comédia / 89 min / EUA / 2013 

Direção: Justin Zackham 
Roteiro: Justin Zackham; baseado no filme “Mon frère se marie”. 
Produção: Anthony Katagas, Clay Pecorin, Richard Salvatore e Justin Zackham. 
Música: Nathan Barr. 
Fotografia: Jonathan Brown 
Desenho de Produção: Andrew Jackness 
Figurino: Aude Bronson-Howard 
Edição: Jon Corn. 
Elenco: Robert De Niro (Don); Katherine Heigl (Lyla);Diane Keaton (Ellie); Amanda Seyfried (Missy); Topher Grace (Jared); Susan Sarandon (Bebe); Robin Williams (Father Moinighan); Ben Barnes (Alejandro); Christine Ebersole (Muffin); David Rasche (Barry); Patricia Rae (Madonna); Ana Ayora (Nuria); Kyle Bornheimer (Andrew); Megan Ketch (Jane); Christa Campbell (Kim). 
SINOPSE: Al (Ben Barnes) esta prestes a se casar com Missy (Amanda Seyfried) quando recebe a notícia de que sua mãe biológica, uma católica fervorosa, virá ao casamento. A partir daí, seus pais adotivos Don (Robert de Niro) e Ellie (Diane Keaton), que são separados há anos precisarão fingir serem casados novamente para não decepcioná-la. Mas a farsa leva toda a família a relembrar os laços que os uniram, numa história comovente e engraçada durante o que será o casamento do ano. 
COMENTÁRIO: O filme é um remake do filme francês “Mon frère se marie” 2006 que a sua vez é similar a comedia dramática francesa “Casos e Casamentos” (Mariages) 2004. Um elenco estelar não é sinônimo de sucesso. 
No filme podemos apreciar os atores principais: Robert De Niro, Susan Sarandon, Diane Keaton, Amanda Seyfried, Katherine Heigl e Robin Williams, sem conseguir entusiasmo, porem nota-se que os três que fazem parte do trio amoroso, atuam com muita naturalidade e parece se divertirem no próprio papel. O filme também ridiculiza atitudes e costumes dos latinos e o humor bobo do filme se resume a piadas quase todas sobre orgasmos, masturbação e religiosidade fervorosa. Enfim, uma comedia apenas razoável. 

Nota: 6,0

domingo, 1 de setembro de 2013

AMIGOS INSEPARAVEIS - DVD

AMIGOS INSEPARAVEIS (Stand Up Guys)
Comédia / 95 min / EUA / 2012 

Direção: Fisher Stevens 
Roteiro: Noah Haidle 
Produção: Sidney Kimmel 
Musica: Lyle Worman 
Fotografia: Michel Grady 
Desenho de Produção: Mahler Ahmad 
Figurino: Lindsay Ann McKay Edição: Mark Livolsi 
Elenco: Al Pacino (Valentine); Christopher Walken (Doc); Alan Arkin Hirsch); Julianna Margulies; Addison Timlin. 

SINOPSE: Valentine (Al Pacino), Hirsch (Alan Arkin) e Doc (Christopher Walken) são três parceiros de crime aposentados que se reúnem novamente para uma noitada, após a soltura de Valentine, que passou anos na cadeia por não entregar seus parceiros. Porém, esta poderá ser sua última noite, uma vez que Doc recebeu a missão de matá-lo.
COMENTARIO: Christopher Walken, Alan Arkin e Al Pacino no mesmo filme é já nos garante um momento agradável. Grande parte do filme, o diretor não determina um rumo definido, mostrando uma serie de historias isoladas ate quase no fim, onde acontece um desfecho quase previsível. Amigos Inseparáveis possui certo charme e o mérito é do trio de atores que estão bem à vontade em seus papeis. 
Enfim uma comedia de gangster agradável de assistir, com um trio geriátrico de ases, que parecem se divertir durante a filmagem. 

Nota 7,5

sábado, 31 de agosto de 2013

HOMEM DE FERRO – 3 DVD

HOMEM DE FERRO – 3 (Iron Man 3)
Aventura / 130 min / EUA; China / 2013 

Direção: Shane Black 
Roteiro: Drew Pearce; Shane Black 
Produção: Kevin Feige 
Música: Dave Jordan; Brian Tyler 
Fotografia: John Toll 
Desenho de Produção: Bill Brzeski 
Figurino: Louise Frogley 
Edição: JeffreycFord; Peter Elliot 
Efeitos Visuais: Christopher Townsend, Mark Soper 
Elenco: Robert Downey Jr (Tony Stark); Gwyneth Paltrow (Pepper Potts); Don Cheadle (Colonel James Rhodes); Guy Pearce (Aldrich Killian); Rebecca Hall (Maya Hansen); Jon Favreau (Happy Hogan); Ben Kingsley (The Mandarin);William Sadler (President Ellis). 

SINOPSE: Quando Tony Stark tem sua vida pessoal destruída, embarca em uma angustiante busca para encontrar os responsáveis. Sem saída, Stark é deixado para sobreviver por conta própria, confiando em seus instintos para proteger aqueles mais próximos a ele. Enquanto busca o caminho de volta, ele descobre a resposta para a pergunta que secretamente o atormentava: o homem faz a armadura ou a armadura faz o homem? 
COMENTARIO: O filme de Shane Black resulta entretido, com muitos recursos tecnológicos e com pouca personalidade. Algumas frases informativas, que não conseguem criar uma atmosfera que transmita tensão ou angustia. Sabemos que Tony Stark precisa da armadura e a armadura precisa de Stark. 
É um filme de herói igual a tantos outros, porem não cresce e não decola.
Robert Downey Jr. continua sendo o que há de melhor no filme. O diretor sabe disso e faz um personagem, com diversas piadas que tiram o foco da narrativa. 
O Mandarín é o novo elemento terrífico no estilo Bin Laden que tem as forças para desafiar o herói e é representada pelo ótimo Ben Kingsley. 
Nos coadjuvantes temos o destaque de Rebecca Hall e da Gwyneth Paltrow, cada vez mais bela. A destruição da mansão é uma cena fantástica.
“Iron Man 3″ é um filme que entretém porem peca pela excessiva pirotecnia e pouca personalidade e Shane Black no consegue transmitir suspense nem emocionar com seus personagem. Mesmo assim o filme é o melhor dos 3 da franquia. 

Nota: 5,5

sábado, 24 de agosto de 2013

SEM DOR, SEM GANHO

SEM DOR, SEM GANHO (Pain & Gain)
Ação / 129 min / EUA / 2013
Direção: Michael Bay
Roteiro: Christopher Markus e Stephen McFeely; baseado no “The magazine articles”, de Pete Collins.
Produção: Donald De Line, Michael Bay e Ian Bryce
Elenco: Mark Wahlberg (Daniel Lugo); Dwayne Johnson (Paul Doyle); Anthony Mackie (Adrian Doorbal); Tony Shalhoub (Victor Kershaw); Ed Harris (Ed DuBois); Rob Corddry (John Mese)

SINOPSE: Lugo (Mark Wahlberg) é um fisiculturista que segue o "sonho americano". Para alcançar este objetivo, ele conta com a ajuda de seus colegas: Adrian Doorbal (Anthony Mackie), e do ex-presidiário Paul Doyle (Dwayne Johnson). Juntos eles planejam o sequestro e a extorsão de um conhecido criminoso local, Victor Kershaw (Tony Shalhoub).
O sequestro do empresário não deu certo, pois eles não receberam o dinheiro do resgate, deixando-o a beira da morte. Contudo, o empresário não morre e inicia um plano para se vingar de seus sequestradores.

COMENTARIO: Vendo o cartaz, sabendo quem dirige e conhecendo os atores da-se uma ideia o que o longa pode representar, mas o filme sem duvida é uma surpresa. Ele tem um inicio esperado, porem vai se complicando tão absurdamente que passa ser uma comedia ate com momentos divertidos. Dizem que foi baseado em uma história real, porém com algumas variações.

A história original foi retirada, pelos roteiristas Chirstopher Markus e Stephen McFeely de uma reportagem de um grande jornal de Miami, “The magazine articles”, de Pete Collins. Os acontecimentos são completamente absurdos, que é difícil acreditar que a historia foi baseado em fatos reais. O trabalho dos atores é interessante e é impossível não rir de tanta estupidez.
Nota 7,5

sábado, 27 de julho de 2013

QUAL É O NOME DO BEBÊ? -- DVD

QUAL É O NOME DO BEBÊ? (Le prénom)
Comédia / 109 min / França; Bélgica / 2012

Direção: Alexandre de La Patellière / Matthieu Delaporte
Roteiro:
Matthieu Delaporte
Produção: Dimitri Rassam e Jérôme Seydoux
Música: Jerome Rebotier

Fotografia: David Ungaro
Desenho de Produção: Marie Cheminal
Direção de Arte: Marie Cheminal
Figurino: Anne Schotte
Edição: Celia Lfitedupont
Elenco: Patrick Bruel (Vincent); Valérie Benguigui (Élisabeth); Charles Berling (Pierre); Guillaume de Tonquedec (Claude); Judith El Zein (Anna); Françoise Fabian (Françoise).

SINOPSE: Vincent (Patrick Bruel) é um quarentão às vésperas de ser pai pela primeira vez. Durante um jantar na casa de sua irmã e seu cunhado, Elisabeth (Valérie Benguigui) e Pierre (Charles Berling), ele encontra Claude (Guillaume de Tonquedec), uma amiga de infância. Enquanto espera por Anna (Judith El Zein), sua jovem esposa que está sempre atrasada, os outros naturalmente fazem perguntas sobre sua futura paternidade. Mas, quando Vicent é questionado se já escolheu o nome do bebê, sua resposta mergulha num caos familiar.

COMENTARIO: O filme começa com gravações externas mostrando uma Paris lindíssima, enquanto uma narração nos apresenta os personagens.
Logo em seguida e o resto do longo é filmado dentro do apartamento dos professores Pierre e Elisabeth.

"Qual é o Nome do Bebê?", de Alexandre de La Patellière e Matthieu Delaporte é uma  comedia dramática com um humor e divertimento inteligente à Woody Allen. Também faz lembrar a obra "Deus da Carnificina", de Roman Polanski. Ambos têm origem teatral e se passam em apartamentos de classe média.
O filme contem uma agilidade de diálogos, com um timing perfeito, mas apesar da divisão homogênea dos papeis dos 5 atores o foco maior se concentra em Vicent interpretado perfeitamente por Patrick Bruel. 
Um ótimo filme.

Nota 9

terça-feira, 23 de julho de 2013

ANNA KARENINA - 2012

ANNA KARENINA (Anna Karenina)
Drama / 129 min / Reino Unido / 2012

Direção: Joe Wright
Roteiro: Tom Stoppard; baseado na novela de Leon Tolstói.
Produção: Tim Bevan, Paul Webster y Eric Fellner
Música: Dario Marianelli
Fotografia: Seamus McGarvey
Desenho de Produção: Sarah Greenwood
Figurino: Jacqueline Durran
Edição: Melanie Ann Oliver
Elenco: Keira Knightley (Anna Karenina), Jude Law (Alexei Karenin), Aaron Johnson (Vronsky), Kelly Macdonald (Dolly), Matthew Macfadyen (Oblonsky), Olivia Williams (condesa Vronsky), Alicia Vikander (Kitty), Domhnall Gleeson (Levin), Michelle Dockery (princesa Myagkaya), Emily Watson (condesa Lydia Ivanovna).

SINOPSE: Na Rússia de 1874, Anna Karenina (Keira Knightley), jovem aristocrata casada com Karenin (Jude Law), um alto funcionário do governo, envolve-se com o Conde Vronsky (Aaron Taylor-Johnson), oficial da cavalaria filho da Condessa Vronsky (Olivia Williams), chocando a alta sociedade de São Petersburgo.

COMENTARIO: Depois das diversas apresentações em diversas formas, no teatro, em radio, balé, musicais, operas, esta novela imortal de Leon Tolstoi teve sua primeira filmagem com sucesso em 1935 com Greta Garbo dirigido por Clarence Brown, a segunda em 1948 com Vivien Leigh dirigida pelo Julien Duvivier, 1967 numa versão russa com Tatyana Samojuva, em 1985 de Simon Langton com Jaqueline Bisset, em 1997 de Bernard Rose com Sophie Marceau e este em 2012 dirigido por Joe Wright (Orgulho e Preconceito) com Keira Knightlay.

Possivelmente em função do orçamento reduzido, o diretor fez um filme experimental, com cenários feitos de palcos, cortinas e bastidores teatrais.
Também precisou recorrer à criatividade a utilizar imagens de um trem de brinquedo como forma de simbolizar a viagem de uma personagem ou a colocar grandes desenhos do Kremlin ao fundo de suas cenas. Logo deixa de lado as cenas teatrais, mesclando-a com cenas passadas em cenários abertos.

Joe Wright mostra cenas radicais e interessantes, mas carecem de profundidade emocional.
A interpretação de Keira Knightley fez uma Anna antipática e além da falta de química entre os protagonistas principais contribuiu para um destaque nos personagens coadjuvantes.
O papel do marido traído interpretado com dignidade por Jude Law passa ser fraco enquanto a história do casal Kostya e Kitty passa ser muito mais interessantes e melhores do que a relação entre Anna e Vronksy.
Enfim, Anna Karenina é um filme razoável numa tentativa de ser diferente.



Nota: 5

domingo, 21 de julho de 2013

HISTERIA - DVD

HISTERIA (Hysteria)
Comédia; Romance / 100 min / Reino Unido; França; Alemanha; Luxemburgo / 2011

Direção: Tanya Wexler
Roteiro: Stephen Dyer + Jonah Lisa Dyer baseado na historia de Howard Gensler
Produção: Sarah Curtis, Judy Cairo, Tracey Becker
Música: Matin Trevis, Gast Waltzing
Fotografia: Sean Bobbitt
Desenho de Produção: Dophie Becher
Figurino: Nia Ede
Edição: Jon Gregory
Elenco: Hugh Dancy (Mortimer Granville); Maggie Gyllenhaal (Charlotte Dalrymple); Jonathan Pryce (Dr. Robert Dalrymple); Felicity Jones (Emily Dalrymple); Rupert Everett (Edmund St. John-Smythe).



SINOPSE: Dois médicos ingleses estudam a histeria, uma doença relacionada às mulheres, caracterizada pela instabilidade emocional. Robert (Jonathan Pryce) e Mortimer (Hugh Dancy) tentam criar um equipamento elétrico para ajudar no tratamento, na Londres vitoriana do século 19. Em uma dessas tentativas, acabam inventando o vibrador.
COMENTÁRIO: A diretora Tanya Wexler consegue levar a historia do roteiro com uma amostra do humor britânico e com uma parcela de espírito feminista que luta contra o fingimento das mulheres. Mortimer e Charlotte são dois personagens fictícios que o filme cria para adoçar uma história verídica da criação do vibrador.
Mostrando de forma correta e séria, mas ao mesmo tempo de uma maneira engraçada e ridícula, o filme diverte e pode arrancar alguns sorrisos em algumas cenas engraçadas.

Nota: 6

FILHA DO PAI - A - DVD

A FILHA DO PAI (La fille du puisatier)
Drama; Romance / 107 min / França / 2011

Direção: Daniel Auteuil
Roteiro: Daniel Auteuil baseado na obra de Marcel Pagnol
Produção: Alain Sarde + Jerome Seydoux
Som: Henri Morelle
Fotografia: Jean-Francois Robin
Desenho de Produção: Bernard Vezat
Figurino: Pier-Yves Gayraud
Edição: Joelle Hache
Elenco: Daniel Auteuil (Pascal Amoretti); Kad Merad (Felipe Rmbert); Sabine Azéma (Mme Mazel); Jean-Pierre Darroussin (M.Mazel); Nicolas Duvauchelle (Jacques Mazel); Astrid Bergès-Frisbey (Patricia Amoretti); Emilie Cazenave (Amanda); Marie-Anne Chazel (Natalie).
SINOPSE: Em 1939, a jovem Patrícia se vê grávida de Jacques, um belo piloto de caça, que é enviado ao fronte. Os pais ricos do rapaz a acusam de chantagista e Patrícia, ao lado de seu pai, terão sozinhos que enfrentar os problemas e as alegrias de dar as boas-vindas à criança. Uma alegria que os Mazels logo invejarão e desejarão compartilhar quando Jacques é dado como desaparecido em missão.

                                     
COMENTARIO: Daniel Auteuil faz sua estreia como diretor e roteirista do longa A Filha do Pai”, uma nova versão do filme “La Fille du Puisatier” de Marcelo Pagnol, de 1940. A tradução literal do título para o português seria “A Filha do Poceiro”.
Daniel Auteuil já protagonizou duas exitosas adaptações cinematográficas da obra de Pagnol na década de 80, onde interpretou Ugolin em “Jean de Florette” e “A Vingança de Manon”, ambas dirigidas por Claude Berri.
A Filha do Pai” é um filme agradável de assistir, conquista por sua simplicidade, com bons diálogos, uma trilha sonora muito bem escolhida, assim como a fotografia da Provence, que nos dá a oportunidade de apreciar uns dos lugares mais bonitos da Europa.
Mesmo com um roteiro previsível não deixa de ser um ótimo filme.

Nota: 9

quinta-feira, 11 de julho de 2013

QUARTETO - O - DVD

O QUARTETO (Quartet)
Comédia;Drama / 98 min / Reino Unido / 2012

Direção: Dustin Hoffman
Roteiro: Ronald Harwood
Produção: Finola Dwyer & Steward Mackinnon
Música:
Dario Marianelli
Fotografia: John de Borman
Desenho de Produção: Andrew McAlpine
Figurino: Odile Dicks-Mireaux
Edição: Barney Pilling
Elenco: Maggie Smith (Jean Horton); Tom Courtenay (Reginald Paget); Billy Connolly (Wilf Bond); Pauline Collins (Cissy Robson); Michael Gambon (Cedric Livingston); Sheridan Smith (Dr. Lucy Cogan); Andrew Sachs (Bobby Swanson); Gwyneth Jones (Anne Langley).

SINOPSE: Wilf (Billy Connolly), Reggie (Tom Courtenay) e Cissy (Pauline Collins) vivem em um asilo para cantores de ópera aposentados, onde todos os anos os residentes fazem um concerto para angariar fundos para a instituição. Quando Jean Horton (Maggie Smith), antiga grande cantora de ópera em dificuldade e ex-esposa de Reggie, se muda para o asilo, os quatro dos maiores nomes da ópera inglesa ficam sob o mesmo teto e se preparam para uma nova apresentação juntos.
COMENTARIO: O titulo Quarteto do filme refere-se a dois músicos que se preocupam nos entreter na parte cômica, e dois deles cuidam da parte dramática.
Billy Connolly interpreta um musico vaidoso que se comunica com comentários conquistadores em um humor britânico e Pauline Collins fornece sua contribuição no papel de uma mulher ingênua, com crises de amnésia, mas sempre disposta a ajudar.
Tom Courtenay e a brilhante Maggie Smith como um ex-casal com conflitos de um passado mal resolvido.
Hoffman fez questão de também colocar grandes músicos reais como coadjuvantes e figurantes que aparecem nos créditos ao fim do filme.
A produção é rodado numa mansão inglesa transformada em retiro para músicos aposentados, contem uma belíssima fotografia nos imensos jardins e pequenos trechos de operas cantadas ou tocadas ao piano, dão um clima especial ao filme. 

O filme faz lembrar ao “O Exótico Hotel Marigold” do diretor John Madden
O Quarteto se propõe mostrar que existe futuro mesmo na velhice. Dustin Hoffman, oferece um filme leve, despretensioso, baseado no equilíbrio entre drama e comédia
Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical (Maggie Smith), O Quarteto recebeu o prêmio do público no Festival de Chicago e foi apontado como um dos dez melhores filmes independentes de 2012 pelo National Board of Review.

Nota: 9