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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

REZA A LENDA

REZA A LENDA (Reza a Lenda)
Ação;Aventura;Drama / 87 min / Brasil / 2016 

Direção: Homero Olivetto 
Roteiro: Homero Olivetto; Patrícia Andrade; Newton Cannito 
Produção: Bianca Villar; Fernando Fraiha; Homero Olivetto; Kiki Lavigne 
Música: Marcos Camargo 
Fotografia: Marcelo Corpanni 
Direção de Arte: Valdy Lopez 
Figurino: Cassio Brasil 
Edição: Manga Campion; Marcio Canella 
Elenco: Cauã Reymond (Ara); Sophie Charlotte (Severina); Luisa Arraes (Laura); Humberto Martins (Tenório); Silvia Buarque (Tereza); Jesuíta Barbosa (Pica-Pau); Nanego Lira (Pai Nosso); Zezita Matos (Deinha). 
SINOPSE: Em uma terra sem lei, a sorte favorece apenas os mais fortes e corajosos. Ara (Cauã), um homem de ação e poucas palavras, é o líder de um bando de motoqueiros armados que acredita em uma antiga lenda capaz de devolver justiça e liberdade ao povo da região. Quando realizam um ousado roubo, acabam despertando a fúria do poderoso Tenório (Humberto Martins). Agora, Tenório vai concentrar todas as suas forças em uma perseguição para destruir o bando de Ara e recuperar aquilo que acredita ser seu por direito. Durante a perseguição, a jovem Laura (Luisa Arraes) é resgatada de um acidente e tem que seguir o bando contra a sua vontade, despertando ciúmes em Severina (Sophie Charlotte), companheira de Ara. 
COMENTÁRIO: Um turma de motoqueiros liderada por Ara (Cauã Reymond) procura chuva para a catinga. Para que isto aconteça, uma profecia devera ser cumprida. Ela exige que uma santa que esta em posse de Tenório (Humberto Martins), um homem poderoso e rico da região, devera ser levada a um locar especifico, que se faz entender que seria numa capela, e além disso uma mulher devera ser oferecida ao profeta Galego Lorde (Júlio Andrade). 
Cauã Reymond, que também é produtor , faz um papel discreto como protagonista e as emoções são mais pelo roteiro e não que como gala. Laura (Luisa Arraes) no papel de “oferta” na saga com pouca expressão um pequeno destaque para Severina (Sophie Charlotte) membro da gangue e com interesse amoroso de Ara. Um ótimo trabalho do coronel sanguinário, o vilão interpretado por Humberto Martins falando mole e jurando vingança caso for roubado O diretor Homero Olivetto mostra belíssimas paisagens da catinga brasileira e uma atípica trilha sonora com rock pesado hip-hop e musica eletrônica dando um ritmo bom ao filme. Um filme que poderia ser pretencioso, mas tem personalidade. 

Nota: 7,0

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

CAROL

CAROL (Carol) Drama;Romance / 118 min / UK; EUA / 2015 

Direção: Todd Haynes 
Roteiro: Phyllis Nagy; Patricia Highsmith. 
Produção: Elizabeth Karlsen; Tessa Ross; Christine Vachon; Stephen Woolley Música: Carter Burwell 
Fotografia: Edward Lachman 
Direção de Arte: Judy Baker 
Figurino: Sandy Powell 
Edição: Affonso Goncalves 
Elenco: Cate Blanchett (Carol Aird); Rooney Mara (Therese Belivet); Kyle Chandler (Harge Aird); Sarah Paulson (Abby); Carrie Brownstein (Genevieve Cantrell); Jake Lacy (Richard); Cory Michael Smith (Tommy Tucker); John Magaro (Dannie). 
SINOPSE: A jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos 
COMENTARIO: O Haynes consegue construir um filme dentro de um delicado mundo onde predominam as sutilezas, toques e olhares. O fotografo explora muito as mãos e os rostos. O espectador imagina o que vai acontecer, mas o diretor mostra isto muita lentamente criando o clima certo para liberar as emoções. 
Cate Blanchet toma conta do filme deixando a Rooney Mara como uma ótima coadjuvante dentro de um clima muito intimo e sedutor. Um roteiro bem interessante. Uma ótima trilha sonora. 

Nota: 9

JOY

JOY: O Nome de Sucesso (Joy)
Drama:Comedia/124 min/ EUA/2015

Direção: Davi O. Russell
Roteiro: Davi O. Russell
Produção: Megan Ellison
Música:
David Campbell; West Thordson
Fotografia: Linus Sandren
Direção de Arte: Judy Becker
Figurino: Michael Wilkinson
Edição: Jay Cassidy
Elenco: Jennifer Lawrence (Joy Mangano); Robert DeNiro (Rudy); BradCooper (Neilm Walker); Edgar Ramirez (Tony Miranne); Virginia Madsen (Terry); Isabella Rossellini (Trudy); Diane Ladd (Mimi); Dascha Polanco (Jackie).

SINOPSE: O drama narra a historia real da inventora Joy Mangano, mãe solteira de tres filhos , responsável pela criação do utensilio domestico conhecido como “Magic Mop” (Esfregão Magico) em 1990. Com o estouro de vendas, Joy começou a trabalhar no ramo comercial, registrandp mais de 100 patentes, ate se tornar apresentadora de um canal compras na TV r depois vender sua marca por um contrato milionário.
COMENTÁRIO: No filme Jennifer interpreta desde uma jovem colegial ate uma empresaria com 40 anos e consegue segurar o filme em todas suas etapas. Seu parceiro no filme é o venezuelano Edgar Ramirez (“Livra-nos do mal”, “A hora mais Escura”) vive o Tony Miranne, o primeiro marido de Joy. Jennifer já trabalhou com Bradley Cooper e Robert DeNiro no “O Lado Bom da Vida” e no ”Trapaça”.
Robert DeNiro tem um papel bem opaco como Rudy, ao lado da Isabella Rossellini. Bradley Cooper. tem um papel bem curto, mas se apresenta bem em cena.
O roteiro e a direção são muito bem trabalhados pelo David O. Russell.
Há uma cena muito forte e emocionante para os protagonistas, quando ela chega a perderr toda a esperança em si mesma e obrigada a decretar falência. Possivelmente esta sequencia justifique a indicação J. Lawrence pela quarta vez ao Oscar.
Enfim é um bom filme.

Nota 7 

domingo, 17 de janeiro de 2016

REGRESSO - O

O REGRESSO (The Revenant) Ação;Aventura;Drama / 156 min / EUA / 2015 

Direção: Alejandro González Iñárritu 
Roteiro: Mark L. Smith; Alejandro González Iñárritu; Michael Punke 
Produção: Steve Golin; Alejandro González Iñárritu; Arnon Milchan; Megan Ellison. 
Música: Ryuichi Sakamoto 
Fotografia: Emmanuel Lubezki 
Direção de Arte: Jack Fisk 
Desenho de Produção: Jack Fisk 
Edição: Stephen Mirrione 
Efeitos Especiais: Douglas Ziegler 
Elenco: Leonardo DiCaprio (Hugh Glass); Tom Hardy (John Fitzgerald); Domhnall Gleeson (Andrew Henry); Will Poulter (Bridger); Paul Anderson (Anderson); Kristoffer Joner (Murphy); Brendan Fletcher (Fryman); Lukas Haas (Jones). 

SINOPSE: DiCaprio interpreta Hugh Glass, um forasteiro que atua como guia para americanos que caçam animais em uma região perigosa e pouco acolhedora dos Estados Unidos, em 1820. Atacado por um urso, ele fica bastante ferido e acaba abandonado para morrer pelo parceiro John Fitzgerald (Tom Hardy). Glass, no entanto, acaba sobrevivendo e luta para sobreviver com um único objetivo: ir atrás de Fitzgerald. 

COMENTARIO: Esta produção é baseada na história real de Hugh Glass (DiCaprio) que foi atacado por um urso cinza e deixado pela expedição em 1823. Depois, ele se arrastou por 200 milhas até a civilização e jurou vingança contra aqueles que o tinham abandonado, levado os seus suprimentos e deixado ele para morrer, mas a história conta que ele não conseguiu pegar nenhum dos dois. 

Este é um filme cru e mostra a parte selvagem que dominou o cenário do país nas incontáveis disputas entre “brancos” e “índios” por posses e terras. Com muita violência e cenas bem realistas e nas mãos de Alejandro Iñarritu, assim como mais um grande trabalho do cada vez mais afiado de Leonardo DiCaprio, resultou um filme bem acabado, que certamente receberá várias indicações ao Oscar. 
Este filme muito bem poderia levar a assinatura de Quentin Tarantino. Pelo menos em termos de crueza e violência, a diferença, provavelmente, estaria nos diálogos, que com Tarantino costumam ser irônicos e ácidos. 

Mas o filme não é apenas Leonardo DiCaprio. O diretor Alejandro González Iñárritu se coloca definitivamente entre os grandes nomes de Hollywood. É muito importante destacar a fotografia de Emmanuel Lubezki primordial neste filme conhecido e premiado nos filmes Gravidade” e “Birdman”. Ele nunca filmou tão bem quanto em O Regresso mesmo contando com algumas sequências pesadas e fortes. 
O filme possui um bom ritmo e cenas empolgantes, sem deixar de oferecer momentos de respiro ao espectador, que assim como o personagem de DiCaprio é obrigado a confrontar a beleza e a imensidão da natureza. 
Ryuichi Sakamoto cria uma trilha sonora muito bonita, que toca o filme sem querer roubar a cena, mas mesmo assim se faz presente de forma significativa. Os efeitos sonoros, o som e a mixagem do longa são ótimos. A montagem de Stephen Mirrione também é digna de aplausos. Não é fácil evitar sequencias e quedas de ritmo em um longa com 150 min de duração. Tudo no longa é de primeira qualidade; cenários, figurinos, direção de arte, design de produção.... 
A estratégia de Iñarritu e Lubezki para dar mais realismo era efetuar as filmagens somente durante o dia com luz natural e estas demoraram quase nove meses e acabaram sendo mas longas que o planejado, a neve começou a derreter no Canadá e por isso a equipe teve que terminar os trabalhos na Terra do Fogo, na Argentina aonde as condições climáticas ainda eram favoráveis para a produção gelada.  A parte rodada em estúdio também foi feita no Canadá, no Mammoth Studios em Burnaby. 
Como o filme sugere, DiCaprio teve que aprender duas línguas nativas americanas (Pawnee e Arikara) e estudou técnicas antigas de cura. Segundo o ator, este foi o papel mais difícil de sua carreira. Para entender aqueles personagens foi fundamental compreender o ambiente em que eles viviam. 
Depois, evidente que logo chama a atenção do espectador o tom cru da narrativa e a violência resultante como a sequência em que ele cai com o cavalo em um desfiladeiro após ser perseguido pelos índios e ao invés de ficar na copa da árvore ele cai no chão cena interessante e bem executada, 
A edição de Stephen Mirrione e a trilha sonora de Bryce Dessner, Carsten Nicolai e Ryuichi Sakamoto, também merecem destaque o design de produção de Jack Fisk ja que pelo tipo de este filme precisou ser bem planejado antes, o departamento de maquiagem com 29 profissionais sob o comando de Anthony Gordon e a equipe de efeitos especiais com 26 profissionais sob a batuta de Douglas D. Ziegler. Esse filme não seria possível sem eles – especialmente as duas últimas equipes.  
Possivelmente “O Regressdo” será indicado varias categorias do Oscar, como Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Leonardo DiCaprio), Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Edição, Melhor Fotografia, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Maquiagem e Penteado. A lista ainda pode crescer acrescentando Melhor Mixagem de Som e Melhor Edição de Som, 

NOTA: 9.

sábado, 16 de janeiro de 2016

GRANDE APOSTA - A

A GRANDE APOSTA (The Big Short)
Drama / 130 min / EUA / 2015

Direção: Adam McKay
Roteiro: Adam McKay; Charles Randolph; Michael Lewis.
Produção: Dede Gardner; Brad Pitt; Jeremy Kleiner; Arnon Milchan.
Música: Nicolas Britell
Fotografia: Barry Ackroyd
Desenho de Produção: Clayton Hartley
Edição: Brent White
Elenco: Christian Bale (Michael Burry); Steve Carell (Mark Baum); Ryan Gosling (Jared Vennett); Brad Pitt (Ben Rickert); John Magaro (Charlie Geller); Karen Gillan (Evie); Melissa Leo (Georgia Hale); Marisa Tomei (Cynthia Baum).
SINOPSE: Inspirado no livro homônimo, o filme narra a historia de um empresário que conseguiu um lucro recorde em suas empresas, mesmo na crise que abalou o sistema imobiliário e consequentemente a economia  doa Estados Unidos na década de 2000
A bolha imobiliária causou a recessão por causa das hipotecas subprime (Empréstimos concedidos a pessoas que não tinham condições de pagarem as prestações da casa própria)
COMENTARIO: Para os entendidos do tema, o filme passa ser quase um documentário mas para os não entendidos a divisão dos bons e os vilãos vira um pouco confuso.
É possível que uma parte do espectador saia do cinema sem entender a trama do filme mas o concepto é claro que trata-se de uma aposta e se teve jogo alguém ganhou e alguém perdeu e os que perderam foram miles de poupadores desprevenidos e estafados.
O diretor Adam McKay ate tenta de forma criativa  explicar as manobras do mundo do Wall Street pra o publico leigo mas com muitos diálogos complicados dos personagens acabam deixando o filme cansativo.
O filme faz lembrar muito ao “O Lobo do Wall Street” (2013) de Martin Scorsese salvando a diferença de qualidade entre os dos dois.
Os atores não decepcionam, mesmo o Brad Pitt nos poucos minutos de trabalho
A trilha sonora é praticamente imperceptível poderia ter sido melhor aproveitada.
Enfim, um filme razoável

Nota: 5

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

CREED - Nascido para Lutar

CREED - Nascido para Lutar (Creed) 
Drama / 133 min / EUA / 2015 

Direção: Ryan Coogler 
Roteiro: Ryan Coogler; Sylvester Stallone 
Produção: Robert Chartoff; William Chartoff; Sylvester Stallone; David, Irmãos Winkler Música: Bill Conti; Ludwig Göransson 
Fotografia: Maryse Alberti 
Elenco: Michael B. Jordan (Adonis Johnson); Sylvester Stallone (Rocky Balboa); Tessa Thompson (Bianca); Phylicia Rashad (Mary Anne Creed); Wood Harris (Tony 'Little Duke' Burton); Ritchie Coster (Pete Sporino); Graham McTavish (Tommy Holiday); Mark Rhino Smith (Conlan's Buddy). 

SINOPSE: O filme inicia em Los Angeles de 1997, onde um jovem orfano negro, filho ilegítimo de Apollo, migra de orfanato a orfanato, com paradas em reformatórios para menores de tempo em tempo. É em um desses reformaorios que Mary Anne Creed (Phylicia Rashad), ex-mulher de Apollo, encontra o jovem Adonis. Ela o acolhe e apresenta a ele a história de seu pai. Mary Anne, então, cria o garoto para ser um bom homem, mas Adonis carrega no sangue o espírito de lutador de seu pai. Com o passar do tempo, Adonis, agora adulto, participa de lutas clandestinas e tem o desejo de seguir seus instintos. Adonis Johnson (Jordan) nunca conheceu seu famoso pai, o campeão mundial peso-pesado Apollo Creed, que morreu antes dele nascer. Ainda assim, é inegável que o boxe está em seu sangue, então Adonis vai para Philadelphia, o local da lendária luta de Apollo Creed contra um aguerrido novato chamado Rocky Balboa. Adonis encontra Rocky (Stallone) e pede para que ele seja seu treinador. Concordando em ajuda-lo, Rocky treina o jovem lutador, não demora muito para que Adonis tenha sua chance de disputar o título. 
COMENTARIO: Michael B. Jordan interpreta magistralmente Adonis Creed, comprovando que tem o carisma necessário para dar continuidade a franquia. Destaque também para bela Tessa Thompson no papel de Bianca, namorada de Adonis. Stallone encarna seu personagem com muita emoção como nunca visto anteriormente na su carreira de ator e com este papel foi indicado ao Oscar como melhor coadjuvante . 
A historia é similar é a mesma do primeiro Rocky quando u pugilista amador desafia o campeao O filme consegue ser ao mesmo tempo divertido e emocionante. Um dos elementos importantes desta franquia é a trilha sonora a cargo esta vez Ludwig Göransson. Boa fotografia de Maryse Alberti. Enfim, Creed é um filme feito para os fãs. Um bom filme 

Nota: 7,5

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

PERDIDO EM MARTE

PERDIDO EM MARTE (The Martian) 
Ação;Aventura;Ficção / 144 min / EUA;UK/ 2015 

Direção: Ridley Scott 
Roteiro: Drew Goddard; baseado na novela de Andy Weir. 
Produção: Ridley Scott, Mark Huffam, Simon Kinberg, Michael Schaefer 
Música: Harry Gregson-William 
Fotografia: Dariusz Wolski 
Desenho de Produção: Artur Max 
Edição: Pedro Scalia 
Elenco: Matt Damon (Mark Watney); Jessica Chastain (Melissa Lewis); Kristen Wiig (Annie Montrose); Jeff Daniels (Teddy Sanders); Michael Peña (Rick Martinez); Sean Bean (Mitch Henderson); Kate Mara (Beth Johanssen); Sebastian Stan (Chris Beck). 

SINOPSE: O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra. 
COMENTARIO: Uma assombrosa, entretida, divertida e emocionante historia de sobrevivência num filme ficção que nos mostra um possível passo para frente no género e reanima nossa fé e a capacidade do ser humano superar as adversidades tomando como base a ciência e o sentido do humor, assim como mostra paixão pela exploração espacial como vía para expandir os limites da humanidade.
Lembrando os clássicos literários como “Robinson Crusoé” de Daniel Defoe, “A Ilha misteriosa” de Júlio Verne, assim como os dramas espaciais modernos como “Apolo 13” de Ron Howard e “Gravity” de Alfonso Cuarón, “Perdido e Marte” é a historia de um homem isolado em um planeta deserto. 
Mark Watney é um Robinson Crusoe moderno, um engenheiro altamente qualificado, lutando para sobreviver. Visualmente o filme é espetacular, musicalmente, Harry Gregson Williams nos informa com sucesso, os momentos de perigo e tensão e os momentos de controle e mais calmos do Mark Watney. 
Enfim, um longa que resgata a boa forma de Ridley Scott e coloca Matt Damon em ascensão. 
Um ótimo filme 

Nota: 9

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

OS OITO ODIADOS

OS OITO ODIADOS (The Hateful Eight) 
Faroeste / 187 min / EUA / 2015 

Direção: Quentin Tarantino 
Roteiro: Quentin Tarantino 
Produção: Richard N. Gladstein; Stacey Sher 
Música: Ennio Morricone 
Fotografia: Robert Richardson 
Edição: Fred Raskin 
Elenco: Samuel L. Jackson (Major Marquis Warren); Kurt Russell (John "The Hangman" Ruth); Jennifer Jason Leigh (Daisy Domergue); Walton Goggins (Chris Mannix); Michael Madsen (Joe Gage); Tim Roth (Oswaldo Mobray); Demian Bichir (Bob); Bruce Dern (General Sanford Smithers). 

SINOPSE: Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. 
Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Lá, no lugar da proprietária, encontram os quatro estranhos: Bob (Demian Bichir), encarregado de cuidar do armazém enquanto ela visita a mãe, Oswaldo Mobray (Tim Roth), o vaqueiro Joe Gage (Michael Madsen), e o General Confederado Sanford Smithers (Bruce Dern). Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles. 
COMENTARIO: Em seu oitavo trabalho, Quentin Tarantino volta às telonas mais uma vez com o gênero faroeste. Este novo trabalho parece uma peça de teatro onde da plateia ficam vendo e ouvindo o desenrolar de uma trama com ótimos atores em cena. Um bom trabalho de Samuel L. Jackson em seu debochado papel do cruel Major Marquis Warren. Jennifer Jason Leigh, interpreta muito bem sua difícil personagem de Daisy Domergue 
Um bom roteiro querendo ser complicado mas desvendado no final. Uma ótima fotografia e iluminação fora e dentro de abrigo e esperava uma trilha sonora mais imponente de Ennio Morricone. Tarantino neste filme já não sabe como atingir os espectadores com cenas sanguentas e comicamente morbosas mas consegue manter atentos durante a 3 horas e 20 minutos de filme 

Nota: 8

sábado, 19 de dezembro de 2015

STAR WARS – O Despertar da Força

STAR WARS – O Despertar da Força (Star Wars: The Force Awakens) 
Ação; Ficção; Aventura / 135 min / EUA / 2015 

Direção: J.J. Abrams 
Roteiro: Lawrence Kasdan; J.J. Abrams; Michael Arndt ; do autor George Lucas. 
Produção: J.J. Abrams; Bryan Burk; Kathleen Kennedy. 
Música: John Williams; Ben Burtt 
Fotografia: Daniel Mindel 
Direção de Arte: Mark Harris 
Figurino: Michael Kaplan 
Edição: Maryan Brandon; Mary Ju Markey 
Efeitos Especiais: Chris Corbould 
Elenco: Daisy Ridley (Rey); John Boyega (Finn); Oscar Isaac (Poe Dameron); Adam Driver (Kylo Ren); Harrison Ford (Han Solo); Carrie Fisher (Leia); Mark Hamill (Luke Skywalker); Lupita Nyong'o (Maz Kanat). Gwendoline Christie (Capitán Phasma), Peter Mayhew (Chewbacca), Domhnall Gleeson (General Hux), John Boyega (Finn), Anthony Daniels (C-3PO), Kenny Baker (R2-D2), Lupita Nyong’o (Maz Kanata), Andy Serkis (Líder Supremo Snoke), Max von Sydow (Lor San Tekka). 
SINOPSE: Sequência ambientada 30 anos após Star Wars: Episódio VI: O Retorno de Jedi. A trama mostrará a luta da Resistência (antiga Aliança Rebelde) contra a Primeira Ordem (antigo Império Galáctico) e será protagonizado por Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac, que interpretarão, respectivamente, Rey, Finn e Poe.



COMENTARIO: Muito provável este seja a estreia mais esperada dos filmes de ficção, com expectativas de um bom faturamento, ritmo e diversão. As filmagens foram iniciadas com sigilo no Abu Dhabi nos Emigrados Arabes. Daisy Ridley é a melhor atriz do filme e o John 
Boyega o ator negro faz um papel tragicômico mas faz uma bela dupla com Daisy. Uma pena o trabalho fraco de Harrison Ford. 
O diretor JJ Abrams gosta também aqui, misturar os efeitos espetaculares e a computação gráfica nas cenas de lutas. Com toda esta mídia gasta para o lançamento, eu esperava um filme melhor. Tem lances inocentes e infantis. 

Nota: 6

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

ENCONTRO MARCADO (5 to 7) - DVD

ENCONTRO MARCADO (5 to 7) 
Comédia;Drama;Romance / 95 min / EUA / 2014 

Direção: Victor Levin 
Roteiro: Victor Levin 
Produção: Julie Bonnie Curtis; Sam Engelbardt; William Johnson 
Música: Danny Bensi; Saunder Jurriaans 
Fotografia: Arnaud Potier 
Desenho de Produção: Jeannine Oppewall 
Edição: Matt Maddox 
Elenco: Anton Yelchin (Brian); Bérénice Marlohe (Arielle); Olivia Thirlby (Jane); Glenn Close (Arlene); Eric Stoltz (Galassi); Frank Langella (Sam); Lambert Wilson (Valery); David Shannon (Jim Sheehy). 

SINOPSE: Em Nova York, um escritor aspirante tem um caso com a bela esposa de um diplomata francês. Culturas, visões de mundo, a ética pessoal e preferências alimentares colidir como amor se aprofunda, com resultados notáveis. 
COMENTARIO: Não confundir com o filme de mesmo nome de Martin Brest com Brad Pitt e Anthony Hopkins. 
Este também é um filme com um roteiro bem peculiar, bem original, inteligente, bem escrito e bem filmado. 
No inicio e tão maluco que poderia ate ser de Woody Allen, mas não, é uma boa jogada do realizador Victor Levin. 

Anton Yelchin encarnando um jovem escritor de 24 anos se envolve com uma mulher casada de 33 anos Arielle (Benerice Marloe;Bond-SkyFall) em encontros no quarto de hotel entre as 5 e 7 horas. 

Nota: 9

domingo, 8 de novembro de 2015

007 CONTRA SPECTRE

007 CONTRA SPECTRE (Spectre)
Ação / 148min / Reino Unido; EUA / 2015

Direção: Sam Mendes
Roteiro: John Logan; Neal Purvis;Robert Wade; Jez Butterworth.
Produção; Barbara Broccoli; Daniel Craig
Musica: Thomas Newman; Sam Smith
Fotografia: Hoyte Van Hoytema
Direção de Arte: Andrew Bennet; Mark Harris
Desenho de Produção: Dennis Gassner
Edição Margaret Sixel; Lee Smith
Elenco: DAniel Craig (James Bond); Chistoph Waltz (Franz Oberhauser); Lea Seydoux (Madeleine Swann); Ben Whishaw (Q); Naomie Harris (Eve Moneypeny); Dave Bautista (Mr.Hinx); Monica Bellucci (Lucia Sciarra); Ralpjh Fiennes (M)

SINOPSE: Uma mensagem enigmática do passado de Bond o envia a uma área para descobrir uma organização sinistra. Enquanto M batalha contra  forças politicas para manter o serviço secreto vivo. Bond desmascara as fraudes para revelar a terrível verdade por trás SPECTRE.

COMENTARIO: Mais uma incursão de Sam Mendes no universo bondiano.
Uma historia enigmática leva durante a apresentação do filme, à Bond numa missão secreta na Cidade de México, passando depois  para Roma onde conhece Lucia Sciarra (Monica Bellucci) viúva de um criminoso.
Como “Bond girl” temos a Lea Seydous na pele de filha de um ex-membro da organização e psicóloga, consegue imprimir garra, fragilidade e sensualidade exigida pelo seu papel.
Christoph Waltz (Bastardos Ingloriosos) consegue atingir o tom certo de psicopata e maldade.

Daniel Craig mesmo ótimo no seu trabalho, faz sua despedida neste filme como agente com licença para matar. O roteiro encontra uma forma com um motivo real para Daniel não voltar para este papel.
Mendes filma brigas, explosões , perseguições intercalando com cenas mais calmas, sempre com uma trilha sonora que mantem atento.
O filme não é ruim, mesmo com situações totalmente irreais, saídas e soluções fantásticas e as vezes previsíveis, mas tem publico para isto. O filme mantem o espectador antenado durante 148 minutos, poderia ser mais curto. O filme diverte.


Nota: 7

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

HOMEM IRRACIONAL

HOMEM IRRACIONAL (Irrational Man) 
Suspense / 95 min / EUA / 2015 

Direção: Woody Allen 
Roteiro: Woody Allen 
Produção: Letty Aronson; Stephen Tennenbaum; Edward Watson 
Fotografia: Darus Khondi 
Desenho de Produção: Sato Loquaito 
Figurino:Susy Benzinger 
Edição: Alice Lepselter 
Elenco: Joaquin Phoenix (Abe); Emma Stone (Jill); Parker Posey (Rita); Jamie Blackley (Roy); Meredith Hagner (Sandy); Ben Rosenfield (Danny); David Aaron Baker (Biff); Tom Kemp (Judge Spangler). 

SINOPSE: Abe (Joaquin Phoenix), um professor em meio a uma crise existencial e que redescobre a vontade de viver. Logo após voltar a dar aulas em uma pequena cidade, Abe se envolve com duas mulheres: Rita (Parker Pousey), uma colega de trabalho; e Jill (Emma Stone), sua melhor aluna. Mesmo quando Abe mostra sinais de desequilíbrio mental, a fascinação de Jill por ele só aumenta. Porém, quando decide abraçar novamente a vida, Abe desencadeia uma série de eventos que afetará não só a ele, mas também a Jill e Rita para sempre. 
COMENTARIO: O “Homem Irracional” é um quebra cabeça descontraído em que Woody Allen volta aos clássicos da filosofia misturando os gêneros que vão da comedia dramática ao thriller criminal. Neste filme ele se afasta de seu melhor humor resultando uma obra mais fraca das suas filmografias mesmo abordando tema fascinantes. O protagonista professor de filosofia, abertamente frustrado, deprimido e atormentado Abe Lucas (Joaquin Phoenix) nas aulas nomeia obras de Kant, com suas correntes filosóficas, depois passa mencionar a Kierkegaard pai do existencialismo e avisando a seus alunos que o mundo teórico da filosofia e o mundo real pouco tem a ver. Aqui se vê a presencia com comentários próprios de Woody Allen no roteiro. 
Emma Stone brilha nas suas interpretações e o grande ator Joaquin Phoenix um pouco apagado no seu papel. Parker Posey interpretando Rita, uma entediada e infelizmente casada professora de ciências que vê em Abe uma possível saída na sua infeliz existência sonhando com uma viagem a Espanha para iniciar uma nova e romântica vida. 
Uma característica do trilha da segunda parte do filme em que cada vez que muda cenário começa sempre o inicio do tema “The in crowd”, de Ramsay Lewis Trio “Let’s jazz”. Bom filme com um final diferente. 

Nota 7,5

terça-feira, 27 de outubro de 2015

PONTE DOS ESPIOES

PONTE DOS ESPIOES ( Bridge of Spies) 
Drama;Suspense / 141 min / EUA / 2015 

Direção: Steven Spielberg 
Roteiro: Matt Charman; Joel Coen; Ethan Coen 
Produção: Marc Platt (II); Steven Spielberg. 
Música: Thomas Newman 
Fotografia: Janusz Kaminski 
Desenho de Produção: Kimberly Aller 
Figurino: Kasia Walicka-Maimone 
Edição: Michael Kahn 
Elenco:Tom Hanks (James Donovan); Mark Rylance (Rudolf Abel); Scott Shepherd (Hoffman); Amy Ryan (Mary Donovan); Sebastian Koch (Wolfgang Vogel); Alan Alda (Thomas Watters); Austin Stowell (Francis Gary Powers); Will Rogers (Frederic Pryor). 

SINOPSE: O longa conta a história de James Donovan (Tom Hanks), um advogado do Brooklyn que, durante a Guerra Fria, é enviado, a pedido da CIA, para negociar o resgate de um piloto americano. Os roteiristas Matt Charman e os irmãos Ethan e Joel Coen, transformaram essa experiência de Donovan em uma história inspirada em eventos reais, que captura a essência de um homem que arriscou tudo nessa jornada. 

COMENTARIO: Escrito originalmente por Matt Charman e contando com uma revisão dos irmãos Coen, o longa com um pouco mais de 140 minutos de fita que nem vemos passar. Assistimos uma história muito bem elaborada, com minuciosas explicações sobre a situação política mundial da época, além de personagens intrigantes com um roteiro inteligente e bem elaborado. 
Vemos um grande trabalho de Tom Hanks, ganhador de dois Oscars num personagem que tinha tudo para ser complicado, metódico e chato, mas Hanks consegue dar muito brilho e transbordar carisma em James Donovan. É importante destacar o trabalho do ator que interpreta o espião russo, Mark Rylance. Ele tem uma ótima atuação, se mantém misterioso durante todo o tempo, deixando o público ligado em quais são os seus segredos. Mark é um forte candidato ao Oscar de melhor ator coadjuvante no ano que vem. Alias o próprio longa-metragem, já apontado por pesquisas como forte pretendente a uma vaga nos melhores filmes indicados ao próximo Oscar 
A fotografia do Janusz Kaminski faz seu trabalho com honras e o design de produção, transporta o espectador para o fim dos anos 50. Uma ótima produção deste filme com uma maravilhosa reconstituição na época nos Estados Unidos e na Alemanha Oriental com um cenário importante na história realizada nos mínimos detalhes. Tanto no figurino de Kasia Walicka-Maimone como no pano de fundo do cenário, e a fotografia de Janucz Kaminski. Outro deslumbre é a trilha sonora feita por Thomas Newman e a montagem de Michael Kahn possibilitou o longa rodar em um compasso tranquilo, com transições suaves de cenas e de momentos da história. 
Claro que Spielberg não deixaria por menos e que cobrou de sua equipe artística uma Berlim devastada tanto pelo frio quanto pela Guerra e a divisão do muro foi tão precisa que chega a impressionar, o resultado foi muito bonito de acompanhar. Enfim, que é um ótimo filme, um drama bem trabalhado nos diálogos, mas quem gosta de longas com mais ação pode ser um pouco entediante. Eu gostei. 

Nota: 8

sábado, 3 de outubro de 2015

MAOS TALENTOSAS – Historia de Ben Carson - DVD

MÃOS TALENTOSAS – Historia de Ben Carson (Gifted Hands The Ben Carson Story)
Drama / 90 minutos / EUA / 2009 

Direção: Thomas Carter 
Roteiro: John Pielmeier baseado no livro de Benjamin Carson e Cecil Murphey 
Produção: David A. Rosenmont 
Musica: Martin Davich 
Fotografia: John Aronson 
Desenho de Produção: Warren Alan Young 
Edição: Peter Berger 
Elenco: Ele Bardha (Dr. Long); Loren Bass (Yale Professor); Geoffrey Beauchamp (Dr. Freeman); Lesley Bevan (Miss Williamson); Ron Coden (Professor); Angela Dawe (Augusta Rausch); Gregory Dockery II (Teen Curtis Carson); Zac Douglass (Mark Buckley); Kimberly Elise (Sonya Carson; Cuba Gooding Jr.). (Ben Carson); John Hickman (Mr. Jaeck); Ellington King (B.J. Carson); Alondra Lozano (Cynthia Gonzalez); Yasen Peyankov (Dr. Udvarhelyi); Cheyenne Pinson (Maria Gonzalez); Jacquelyn Ritz (Mrs. Gross); Scott Stangland (Peter Rausch); Casey Tutton (Kathy Buchanan); Guy Van Swearingen (Dr. Hairston); Matthew Elijah Webb (Murray Carson); Reuben Yabuku (Pastor Ford). 
SINOPSE: Ben Carson era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava más notas na escola. Entretanto aos 33 anos, ele se tornou o diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, EUA. Em 1987, o Dr. Carson alcançou renome mundial por seu desempenho na bem-sucedida separação de dois gêmeos siameses, unidos pela parte posterior da cabeça - uma operação complexa e delicada que exigiu cinco meses de preparativos e vinte e duas horas de cirurgia. 

COMENTARIO: O ator Cuba Gooding Jr. faz o papel do Dr. Benjamin S. Carson, neurocirurgião e membro da Igreja Adventista de Spencerville, em Silver Spring, Maryland, EUA. Hoje o Benjamin Carter também esta em evidencia nos EUA disputando a indicação republicana para as eleições presidenciais de 2016. 
O filme conta a história de Benjamin Carson, precursor da hemisferectomia (remoção cirúrgica da metade afetada do cérebro), que, através dos esforços próprios e principalmente de sua mãe, contrariou o "senso comum" e tornou-se um dos mais importantes neurocirurgiões do mundo. 
O filme também mostra racismo, persistência, força de fé e milagre. A musica erudita escolhida muito boa e o trilha sonora delata o sucesso de cada cirurgia. Um filme comovente sensível e um trabalho como sempre impecável de Cuba Gooding Jr. Um destaque no protagonista do papel da mãe do Dr. Benjamin, uma senhora de pouca cultura mas muito inteligente que influenciou na formação do caráter do filho, O resto do elenco apenas cumpre seu papel sem nenhum destaque em especial. 
Carson recebeu a medalha da Liberdade das mãos do ex-presidente americano George W. Bush filho, em junho de 2008, em agradecimento pelas contribuições para a medicina. 
O ritmo do filme é bem leve. Talvez o terceiro ato você já esteja cansado, assim como os cirurgiões ao passar 22 horas numa sala de cirurgias, mas realmente o filme vale a pena. 

NOTA: 8,0